Estamos chegando ao final de mais um ano de aventuras e passeios, 2011 foi promissor nos destinos que me foram apresentados e nas viagens que fiz, muitos Km rodados e muitas aventuras vivenciadas, muitos amigos novos e laços antigos reforçados, foi um bom ano.
Para encerrar com chave de ouro, fiz junto com os Highlanders Pará, meu moto grupo, dois passeios de fim de ano, o primeiro foi o BV de Natal, no qual fomos eu, Rafael e Diogo (novo integrante do moto grupo e essa foi a sua primeira experiência de estrada em grupo), fomos até a praia de Salinas, distante cerca de 215 Km de Belém, foi uma viagem tranquila e sem preocupações, esta época do ano as estradas estão calmas e são boas para passear. Chegamos à praia do Atalaia em Salinas e fomos logo tomar um bom banho de mar pra tirar as energias negativas e recarregar as baterias para mais um novo ano que se aproxima. Ficamos de bobeira por umas 2/3 horas, tomamos umas brejinhas (nada de exageros) e fomos embora em direção à estrada novamente, buscando um igarapé pra curtir o fim do passeio e voltar pra casa. Com uma informação passada pelo vendedor de côco na estrada, descobrimos um igarapé nunca antes visitado por nós, lugar lindo de águas cristalinas, muito bem cuidado e limpo, sem bagunça de farofada e som auto que sempre nos incomoda neste balneários de beira de estrada. (tenho que voltar ali com minha mulher e filha pra elas conhecerem o local). Tudo correu sem maiores problemas, só meu protetor de motor que perdeu os parafusos de fixação por causa da trepidação, mas isso não foi suficiente pra estragar nosso passeio. Voltamos pra casa felizes.
Ontem saímos para um BV de fim de ano, último BV de 2011, estávamos eu, Rafael, Diego e Claudemir. Destino: Cidade de Colares, cerca de 105 Km de distância de Belém, cidade que pela lenda e fama é o local de aparição de ET's (rsrsrs, claro que é fantasia), mas a cidade é cheia de referência aos nossos amigos verdinhos. Mais uma vez a viagem foi tranquila, pegamos a BR 316 e na altura da cidade de Santa Isabel do Pará entramos pra estrada de Santo Antonio do Tauá, que nos levará até a travessia da balsa e depois seguimos por uma estrada bastante esburacada até chegar a Colares. Curtimos um passeio pela cidade, tirando fotos curiosas e interessantes e depois fomos tomar um banho na praia de rio que tem por lá. Refrescados (tava um calor de lascar) fomos buscar um lugar pra comer e depois, os famosos igarapés da região.
Foram dois passeios pra fechar um ano de vários BV's e viagens que fizemos juntos.
Desejo a todos um Feliz 2012 repleto de satisfações e realizações.
Dedicado a todos os motociclistas e aventureiros sobre duas rodas. Para aqueles que deixam com que os ventos os levem sem rumo, apenas "viajando" na vida e aproveitando cada momento !
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Belém <> Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! A volta pra casa !!
Segunda-feira, dia 21 de novembro de 2011 !
Hoje começa a volta pra casa, depois de 14 dias fora de casa rodando por locais desconhecidos e surpreendentes, outros não tão surpreendentes, estradas estaduais do interior com suas paisagens bucólicas e agradáveis, auto-pistas duplicadas com suas várias pistas e tráfego intenso com muito estresse e cansaço, enfim, foram 14 dias de aventuras por aí, a participação no ENH – Encontro Nacional Highlanders, nosso Moto-Grupo foi super bacana, ter conhecido a galera que antes apenas conhecia pelo mundo virtual foi fantástico, mas acabou a brincadeira, hora de voltar pra realidade e pra rotina do dia a dia.
Vão ser cerca de 2.100 km de viagem constante, sem paradas pra turismo ou pra passeios, precisamos chegar em casa na quarta-feira dia 23/11 sem falta e portanto, nada de perder tempo.
Acordamos cedo, é hora de fazer a viagem render bem, as motos já ficaram meio que prontas na noite anterior, foi apenas o tempo de carregar tudo nas máquinas, dar partida no motor, subir e seguir em frente. Saímos de Lençóis e pegamos a BR 242, que na altura da cidade de São Paulo/BA se funde com a BR 407 e seguimos até o trevo próximo a cidade de Amparo, porém erramos a entrada no trevo por falta de sinalização, não percebemos que devíamos tomar o sentido Ruy Barbosa/BA e acabamos rodando cerca de uns 40 e poucos km até Itaberaba, onde ao parar para compra óleo para minha moto descobrimos o erro, voltamos todo percurso errado e entramos finalmente no trevo correto em Morro das Flores e seguimos em frente, neste ponto a estrada começou a ficar horrível, o asfalto em péssimas condições (o mapa 4 rodas já nos tinha avisado isso), rodamos por cerca de 150 km nestas condições e as motocas foram muito guerreiras, chegamos a Capim Grosso/BA e finalmente o asfalto melhorou, nossa rota agora era seguir sempre pela BR 407 até chegar a Picos/PI onde tomaríamos a BR 316 e aí é só seguir em frente até chegar em casa. Passamos por Juazeiro/BA e Petrolina/PE cidades que se fundem e confundem, separadas por um rio, pena não ser a época das festas juninas. Rodamos cerca de 850 km durante todo o dia e chegamos a Picos/PI por volta das 19:00 com uma chuvinha bem fina nos perseguindo, foi só pra refrescar, se tem lugar mais quente que o estado do Piauí eu ainda não conheci, primeiro dia vencido, cansados, com fome, conseguimos um hotel relativamente barato (tudo em Picos é caro) e por sorte tinha piscina, ficamos de molho por uma hora e depois banho, jantar e cama, dormir cedo pra acordar cedo. Acordamos cedo e fomos tomar café da manhã, porém não fomos pra estrada, já que estávamos em Picos aproveitamos pra ir na loja Moto Moura, que é uma das lojas nas quais compramos pela internet, e fomos conhecer a loja ao vivo e aproveitar pra comprar algumas peças baratas, minha moto já estava com um barulho estranho desde a saída de Lençóis e com as lâmpadas da lanterna e do farol queimadas, acho que foi o calor, comprei as lâmpadas e tive que trocar os dois rolamentos da roda traseira, tudo custou R$ 30,00 e mão de obra grátis (maravilha de Moto Moura, tudo baratinho, ao contrário dos hotéis) o Diego comprou algumas peças e depois de tudo resolvido saímos de Picos por volta das 11:00 e fomos pra estrada andar forte pra tentar recuperar um pouco do atraso da manhã, rodamos o dia inteiro sem muitas paradas apenas para almoçar e para abastecer e chegamos a Bacabal/MA por volta das 19:00 após rodar cerca de 600 km, chegamos em Bacabal cansados encontramos um hotelzinho barato e sem banho nem nada fomos atrás de comida, achamos uma churrascaria de beira de estrada que cobrava R$ 15,00 o rodízio, avisei pro dono que a gente ía dar prejuízo pra casa e ele riu NE falou que era pra gente ficar a vontade, comemos muito bem. De volta pro hotel, banho e cama.
Quarta-feira, dia 23 de novembro de 2011, último dia de estrada, acordamos cedo e caímos na estrada por volta das 6:00, seguimos “tocando forte”, paradas rápidas para reabastecimento e sempre em frente, parecia que o fato de estar tão perto de casa me fez esquecer o cansaço a dor nas mão, a fome e a sede, eu só pensava em acelerar e chegar em casa a tempo pro almoço. Fizemos o percurso de 650 km em tempo recorde, às 13:00 eu estava sentado na mesa da cozinha da casa da minha mão devorando uma carne Assad com arroz, ovo frito e farofa na manteiga, durante todo o caminho eu só pensava em chegar logo, a uns 30 km de Belém, o Diego parece que aliviou a mão eu olhei pra ele e fiz um sinal de “tchau”, “fui”, “inté” e enrolei todo o cabo do acelerador, fui embora pra casa.
Forma ao todo, 17 dias, 7.781,2 km rodados, 10 estados percorridos de alguma forma e em algum ponto, 4 dias em Ubatuba no ENH/2011 e mais 2 dias na Chapada Diamantina nas cidades de Andaraí e Lençóis. Nenhum pneu furado, nenhuma pane grave, nenhum defeito que pudesse terminar com a viagem, nenhum acidente, pequenos contratempos normais para a distância e o tempo que percorremos. Enfim, missão cumprida e o sentimento de que mais um sonho foi realizado, mais uma etapa vencida. Minha moto, mais conhecida pela turma como “Trovão Azul” foi perfeita e fantástica, uma Lander 250cc que nada deixou a desejar frente às motos de grande cilindrada, a do Diego idem, Lander 250cc vulgo “Caveirão”, duas guerreiras estradeiras por natureza e convicção.
Todos as fotos da viagem desde o seu início até o seu final estão nos álbuns do Picasa e os link’s encontra-se na guia ao lado direito do Blog.
Um grande abraço a todos e até a próxima aventura.
PS.
Esta parte da viagem não foi registrada com fotos.
Hoje começa a volta pra casa, depois de 14 dias fora de casa rodando por locais desconhecidos e surpreendentes, outros não tão surpreendentes, estradas estaduais do interior com suas paisagens bucólicas e agradáveis, auto-pistas duplicadas com suas várias pistas e tráfego intenso com muito estresse e cansaço, enfim, foram 14 dias de aventuras por aí, a participação no ENH – Encontro Nacional Highlanders, nosso Moto-Grupo foi super bacana, ter conhecido a galera que antes apenas conhecia pelo mundo virtual foi fantástico, mas acabou a brincadeira, hora de voltar pra realidade e pra rotina do dia a dia.
Vão ser cerca de 2.100 km de viagem constante, sem paradas pra turismo ou pra passeios, precisamos chegar em casa na quarta-feira dia 23/11 sem falta e portanto, nada de perder tempo.
Acordamos cedo, é hora de fazer a viagem render bem, as motos já ficaram meio que prontas na noite anterior, foi apenas o tempo de carregar tudo nas máquinas, dar partida no motor, subir e seguir em frente. Saímos de Lençóis e pegamos a BR 242, que na altura da cidade de São Paulo/BA se funde com a BR 407 e seguimos até o trevo próximo a cidade de Amparo, porém erramos a entrada no trevo por falta de sinalização, não percebemos que devíamos tomar o sentido Ruy Barbosa/BA e acabamos rodando cerca de uns 40 e poucos km até Itaberaba, onde ao parar para compra óleo para minha moto descobrimos o erro, voltamos todo percurso errado e entramos finalmente no trevo correto em Morro das Flores e seguimos em frente, neste ponto a estrada começou a ficar horrível, o asfalto em péssimas condições (o mapa 4 rodas já nos tinha avisado isso), rodamos por cerca de 150 km nestas condições e as motocas foram muito guerreiras, chegamos a Capim Grosso/BA e finalmente o asfalto melhorou, nossa rota agora era seguir sempre pela BR 407 até chegar a Picos/PI onde tomaríamos a BR 316 e aí é só seguir em frente até chegar em casa. Passamos por Juazeiro/BA e Petrolina/PE cidades que se fundem e confundem, separadas por um rio, pena não ser a época das festas juninas. Rodamos cerca de 850 km durante todo o dia e chegamos a Picos/PI por volta das 19:00 com uma chuvinha bem fina nos perseguindo, foi só pra refrescar, se tem lugar mais quente que o estado do Piauí eu ainda não conheci, primeiro dia vencido, cansados, com fome, conseguimos um hotel relativamente barato (tudo em Picos é caro) e por sorte tinha piscina, ficamos de molho por uma hora e depois banho, jantar e cama, dormir cedo pra acordar cedo. Acordamos cedo e fomos tomar café da manhã, porém não fomos pra estrada, já que estávamos em Picos aproveitamos pra ir na loja Moto Moura, que é uma das lojas nas quais compramos pela internet, e fomos conhecer a loja ao vivo e aproveitar pra comprar algumas peças baratas, minha moto já estava com um barulho estranho desde a saída de Lençóis e com as lâmpadas da lanterna e do farol queimadas, acho que foi o calor, comprei as lâmpadas e tive que trocar os dois rolamentos da roda traseira, tudo custou R$ 30,00 e mão de obra grátis (maravilha de Moto Moura, tudo baratinho, ao contrário dos hotéis) o Diego comprou algumas peças e depois de tudo resolvido saímos de Picos por volta das 11:00 e fomos pra estrada andar forte pra tentar recuperar um pouco do atraso da manhã, rodamos o dia inteiro sem muitas paradas apenas para almoçar e para abastecer e chegamos a Bacabal/MA por volta das 19:00 após rodar cerca de 600 km, chegamos em Bacabal cansados encontramos um hotelzinho barato e sem banho nem nada fomos atrás de comida, achamos uma churrascaria de beira de estrada que cobrava R$ 15,00 o rodízio, avisei pro dono que a gente ía dar prejuízo pra casa e ele riu NE falou que era pra gente ficar a vontade, comemos muito bem. De volta pro hotel, banho e cama.
Quarta-feira, dia 23 de novembro de 2011, último dia de estrada, acordamos cedo e caímos na estrada por volta das 6:00, seguimos “tocando forte”, paradas rápidas para reabastecimento e sempre em frente, parecia que o fato de estar tão perto de casa me fez esquecer o cansaço a dor nas mão, a fome e a sede, eu só pensava em acelerar e chegar em casa a tempo pro almoço. Fizemos o percurso de 650 km em tempo recorde, às 13:00 eu estava sentado na mesa da cozinha da casa da minha mão devorando uma carne Assad com arroz, ovo frito e farofa na manteiga, durante todo o caminho eu só pensava em chegar logo, a uns 30 km de Belém, o Diego parece que aliviou a mão eu olhei pra ele e fiz um sinal de “tchau”, “fui”, “inté” e enrolei todo o cabo do acelerador, fui embora pra casa.
Forma ao todo, 17 dias, 7.781,2 km rodados, 10 estados percorridos de alguma forma e em algum ponto, 4 dias em Ubatuba no ENH/2011 e mais 2 dias na Chapada Diamantina nas cidades de Andaraí e Lençóis. Nenhum pneu furado, nenhuma pane grave, nenhum defeito que pudesse terminar com a viagem, nenhum acidente, pequenos contratempos normais para a distância e o tempo que percorremos. Enfim, missão cumprida e o sentimento de que mais um sonho foi realizado, mais uma etapa vencida. Minha moto, mais conhecida pela turma como “Trovão Azul” foi perfeita e fantástica, uma Lander 250cc que nada deixou a desejar frente às motos de grande cilindrada, a do Diego idem, Lander 250cc vulgo “Caveirão”, duas guerreiras estradeiras por natureza e convicção.
Todos as fotos da viagem desde o seu início até o seu final estão nos álbuns do Picasa e os link’s encontra-se na guia ao lado direito do Blog.
Um grande abraço a todos e até a próxima aventura.
PS.
Esta parte da viagem não foi registrada com fotos.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! 5° dia de viagem ! De Andaraí p/ Lençóis/BA !
Domingo 19 de novembro de 2011 !
Acordei cedo, por volta das 7:00 eu já tava de pé, o dia de ontem foi agradável com o passeio ao Poço Azul e depois à cidade de Igatu, dormi cedo, pois estava cansado da jornada que fiz desde a saída de Anagé até a chegada em Andaraí e depois passeio, banho de lagoa, etc.
Levantei cheio de fome e fui direto pra área onde é servido o café da manhã, era o único hóspede acordado aquela hora e aproveitei pra tomar um delicioso café da manhã com bastante tranqüilidade, comi um pouco de tudo até me fartar, assim que terminei o café da manhã fui direto bater na porta do quarto do Diego pra acordar aquele preguiçoso, ainda tínhamos que fazer a lubrificação do link da suspensão traseira das duas motos que estava rangendo horrores em função de muita chuva, poeira, areia, etc. Ele acordou foi tomar seu café e quando voltou eu já estava com todas as ferramentas preparadas e todo material necessário para a devida manutenção (eu já me tornei um especialista nesta manutenção das buchas do link), comecei a desmontar o da minha moto e mandei ele ir fazendo o mesmo na moto dele, sempre indicando qual passo ele deveria seguir (em Ubatuba eu fiz sozinho nas duas motos e ele ficou olhando pra aprender), peças desmontadas e limpas, era hora de fazer a lubrificação com graxa de sabão de lítiun, resolvi fazer eu mesmo nas duas motos o cara não tem muita paciência e ia acabar fazendo besteira na dele. Terminei minha moto e passei pra dele, em pouco mais de 40 minutos as duas motos estavam prontas, era hora da gente se prepar e seguir viagem rumo a Lençóis, nossa idéia era ir pra lençóis e chegar ainda cedo, aproveitar e ficar o domingo todo por lá passeando e aproveitando pra observar a infra-estrutura da cidade, a gente ia ter que dar as indicações de tudo pra galera que iria preparar o encontro nacional de 2012 que seria em Lençóis. Terminamos de preparar e equipar as motos pagamos o hotel, ligamos as máquinas e partimos por volta das 9:00, levamos pouco mais de 1 hora pra percorrer os 100 km de distância que separam lençóis de Andaraí, fomos direto atrás de hospedagem e achamos um hotel barato e razoável, desmontamos as motos trocamos de roupa e saímos pra explorar a região de lençóis, depois de algumas perguntas a moradores decidimos ir conhecer o Rio do Fragoso, que abastece a cidade de água e essas águas tem origem em corredeiras que ficam acima da cidade, na parte montanhosa, mas antes demos um role pela cidade para apreciar as construções antigas e o ar pitoresco daquele local tão lindo e mágico. Foi divertido ficar se perdendo pelas trilhas entre rios e cachoeiras (nós não quisemos guia, era muito caro), ficamos por cerca de 2 horas percorrendo a região e tomando banho no rio, e percorrendo trilhas no meio da vegetação. Cansamos daquilo tudo e resolvemos buscar novos locais, voltamos, pegamos as motos e fomos pra cidade, aproveitamos pra fazer um lanche rápido e por indicação do vendedor de pastel fomos conhecer o Ribeirão do Meio com seu famoso "Escorrega do Rala Bunda", é um rio que desce de uma imensa corredeira inclinada com se fosse um tobogã gigantesco, a água é gelada e de longe parece negra, mas de perto vemos que é transparente, este efeito se dá devido a grande concentração de ferro na água daquela região da Chapada Diamantina. Para chegar ao Ribeirão do Meio a gente tem que atravessar uma trilha dentro da mata em subidas e descidas constantes, o percurso todo leva cerca de 1 hora de caminhada, mas vale a pena, o local é fantástico, o final do grande “tobogã” é um lago imenso e profundo. Ficamos no Ribeirão até o fim da tarde completamente absortos pela beleza da paisagem e fomos embora quando percebemos que logo começaria a escurecer ainda teria mais 1 hora de caminhada na volta, hora de voltar pro hotel, tomar um banho e descansar um pouquinho, ligar pra casa e dar notícias para as esposas e familiares, e mais tarde sair pra jantar alguma coisa, voltamos pro hotel e por volta das 10:00 eu já tava pegando no sono.
Fomos dormir cedo pois no dia seguinte começaria nosso retorno pra casa, teríamos ainda uns 3 dias de viagem cansativa, pois a volta não era mais pra passear, mas sim pra chegar logo em casa, atravessando o resto do sertão Baiano, entrando em Pernambuco através de Petrolina, cidade vizinha à Juazeiro, atravessando o sertão Pernambucano e depois o sertão do Piauí até entrar pro Maranhão e finalmente chegar no nosso amado Pará. Mas esse é outro capítulo da história, e só depois eu conto.
A Pousada Andaraí !!
Ruas de Andaraí !!

Ruas de Lençóis !!
Começo da trilha de acesso ao Rio do Fragoso / Lençóis !!
A cidade ao fundo, em primeiro plano as corredeiras do Rio do Fragoso !!

Me resfrescando nas águas do Rio do Fragoso !!

Corredeiras do "Escorrega do Rala Bunda" ! Ribeirão do Meio !!
Demais fotos no álbum: Chapada Diamantina !! Na guia lateral do blog !!!
Acordei cedo, por volta das 7:00 eu já tava de pé, o dia de ontem foi agradável com o passeio ao Poço Azul e depois à cidade de Igatu, dormi cedo, pois estava cansado da jornada que fiz desde a saída de Anagé até a chegada em Andaraí e depois passeio, banho de lagoa, etc.
Levantei cheio de fome e fui direto pra área onde é servido o café da manhã, era o único hóspede acordado aquela hora e aproveitei pra tomar um delicioso café da manhã com bastante tranqüilidade, comi um pouco de tudo até me fartar, assim que terminei o café da manhã fui direto bater na porta do quarto do Diego pra acordar aquele preguiçoso, ainda tínhamos que fazer a lubrificação do link da suspensão traseira das duas motos que estava rangendo horrores em função de muita chuva, poeira, areia, etc. Ele acordou foi tomar seu café e quando voltou eu já estava com todas as ferramentas preparadas e todo material necessário para a devida manutenção (eu já me tornei um especialista nesta manutenção das buchas do link), comecei a desmontar o da minha moto e mandei ele ir fazendo o mesmo na moto dele, sempre indicando qual passo ele deveria seguir (em Ubatuba eu fiz sozinho nas duas motos e ele ficou olhando pra aprender), peças desmontadas e limpas, era hora de fazer a lubrificação com graxa de sabão de lítiun, resolvi fazer eu mesmo nas duas motos o cara não tem muita paciência e ia acabar fazendo besteira na dele. Terminei minha moto e passei pra dele, em pouco mais de 40 minutos as duas motos estavam prontas, era hora da gente se prepar e seguir viagem rumo a Lençóis, nossa idéia era ir pra lençóis e chegar ainda cedo, aproveitar e ficar o domingo todo por lá passeando e aproveitando pra observar a infra-estrutura da cidade, a gente ia ter que dar as indicações de tudo pra galera que iria preparar o encontro nacional de 2012 que seria em Lençóis. Terminamos de preparar e equipar as motos pagamos o hotel, ligamos as máquinas e partimos por volta das 9:00, levamos pouco mais de 1 hora pra percorrer os 100 km de distância que separam lençóis de Andaraí, fomos direto atrás de hospedagem e achamos um hotel barato e razoável, desmontamos as motos trocamos de roupa e saímos pra explorar a região de lençóis, depois de algumas perguntas a moradores decidimos ir conhecer o Rio do Fragoso, que abastece a cidade de água e essas águas tem origem em corredeiras que ficam acima da cidade, na parte montanhosa, mas antes demos um role pela cidade para apreciar as construções antigas e o ar pitoresco daquele local tão lindo e mágico. Foi divertido ficar se perdendo pelas trilhas entre rios e cachoeiras (nós não quisemos guia, era muito caro), ficamos por cerca de 2 horas percorrendo a região e tomando banho no rio, e percorrendo trilhas no meio da vegetação. Cansamos daquilo tudo e resolvemos buscar novos locais, voltamos, pegamos as motos e fomos pra cidade, aproveitamos pra fazer um lanche rápido e por indicação do vendedor de pastel fomos conhecer o Ribeirão do Meio com seu famoso "Escorrega do Rala Bunda", é um rio que desce de uma imensa corredeira inclinada com se fosse um tobogã gigantesco, a água é gelada e de longe parece negra, mas de perto vemos que é transparente, este efeito se dá devido a grande concentração de ferro na água daquela região da Chapada Diamantina. Para chegar ao Ribeirão do Meio a gente tem que atravessar uma trilha dentro da mata em subidas e descidas constantes, o percurso todo leva cerca de 1 hora de caminhada, mas vale a pena, o local é fantástico, o final do grande “tobogã” é um lago imenso e profundo. Ficamos no Ribeirão até o fim da tarde completamente absortos pela beleza da paisagem e fomos embora quando percebemos que logo começaria a escurecer ainda teria mais 1 hora de caminhada na volta, hora de voltar pro hotel, tomar um banho e descansar um pouquinho, ligar pra casa e dar notícias para as esposas e familiares, e mais tarde sair pra jantar alguma coisa, voltamos pro hotel e por volta das 10:00 eu já tava pegando no sono.
Fomos dormir cedo pois no dia seguinte começaria nosso retorno pra casa, teríamos ainda uns 3 dias de viagem cansativa, pois a volta não era mais pra passear, mas sim pra chegar logo em casa, atravessando o resto do sertão Baiano, entrando em Pernambuco através de Petrolina, cidade vizinha à Juazeiro, atravessando o sertão Pernambucano e depois o sertão do Piauí até entrar pro Maranhão e finalmente chegar no nosso amado Pará. Mas esse é outro capítulo da história, e só depois eu conto.
A Pousada Andaraí !!
Ruas de Andaraí !!
Ruas de Lençóis !!
Começo da trilha de acesso ao Rio do Fragoso / Lençóis !!
A cidade ao fundo, em primeiro plano as corredeiras do Rio do Fragoso !!
Me resfrescando nas águas do Rio do Fragoso !!
Corredeiras do "Escorrega do Rala Bunda" ! Ribeirão do Meio !!
Demais fotos no álbum: Chapada Diamantina !! Na guia lateral do blog !!!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! 4° dia de viagem, chegada à Andaraí !!
Sábado, 18 de novembro de 2011 !
Ontem o dia foi cansativo e estressante, a brincadeira de caça ao gordo fujão me deixou esgotado. Acordei por volta das 6:00, já tinha deixado tudo arrumado na noite anterior pra não ter trabalho ao acordar, coloquei tudo na moto, engraxei a corrente que pedia uma lubrificação, liguei a máquina e sai fora. Comecei a rodar cedo pois queria tirar o maior proveito do dia na estrada, já estava decidido a ir direto pra Belém e voltar pra casa sozinho, mas ao acordar já estava menos chateado com a confusão do dia anterior. Deixei Anagé/BA e tomei o rumo de Sussuarana/BA, na noite anterior já tinha formatado um roteiro voltando pra casa pelo interior da Bahia e seguindo rumo a Juazeiro/BA e Petrolina/PE e segui em frente, passei pela entrada da cidade de Sussuarana mas não havia placa de identificação e nem percebi este fato, continuei rodando e resolvi parar num posto para abastecer e perguntar se eu estava certo um caminhoneiro que estava ouvindo minha conversa se aproximou e disse: "cara, você vai fazer o caminho mais longo pro Pará, é muito melhor você ir pela Chapada e com isso ganha muitos km de chão", eu estava no sentido Sincorá/BA na BA 026 que se mistura com a BR 407, pensei um pouco e decidi que ele tinha razão, se meu problema de grana era crítico, rodar mais iria me causar problemas, então resolvi seguir a sugestão dele e retornei 42 km até a entrada de Tanhaçú (foram 82 km perdidos em atraso), entrei para a BA 142 e parei num posto pra abastecer e comer um rápido café da manhã, segui em frente e percebi que estava exatamente no caminho da cidade de Andaraí onde o gordo fujão disse que iria me esperar, hum .... resolvi "arrochar" o cabo do acelerador e fazer o percurso até lá em tempo recorde. Fui passando as cidadezinhas e de repente vi a primeira placa que indicava que eu estava entrando no Parque Nacional da Chapada Diamantina, comecei a ficar extasiado com aquele visual e com as formações rochosas e curvas e vegetação e cada vez mais feliz de ter escolhido seguir por ali, a Chapada é realmente um lugar mágico e encantador. Subindo cada vez mais, passei por grandes campos cultivados que acho que era de soja, grandes fazendas de cultivo e muita fartura, fiquei impressionado, achei que aquela região da Bahia era só mato, sertão e desertos, engano meu. A subida começou a se tornar uma aventura sem igual, grandes curvas fechadas entre paredões rochosos e formações incríveis de rocha e calcário, subidas e descidas em alta e baixa velocidade, comecei a me empolgar e não percebi que estava andando muito rápido até que num dos vários declives acentuados e em curva a moto deu uma saída de traseira, opa se liga aí seu mané, tá querendo arrumar confusão sozinho nestas bandas (pensei comigo mesmo), aliviei o peso da mão e passei a curtir o visual. Cheguei na cidade de Mucugê/BA e aí sim estava me sentindo realmente na Chapada, tudo muito pitoresco e turístico na beira da estrada tem um cemitério em estilo Bizantino que é lindo, parei para tirar fotos. Continuei minhas subidas e descidas, andar de moto naquela região é como brincar num parque de diversões, uma montanha russa da natureza. Fui seguindo em frente e cada vez mais tranqüilo, a cada km que ficava pra traz a raiva do dia anterior ia embora, até que comecei a achar graça de tudo aquilo, realmente dois parceiros de viagem se perderem é coisa pra dois doidos, esqueci da chateação com o Diego e decidi que iria entra na cidade de Andaraí pra encontra com ele na pousada onde disse que estaria me esperando. Sai de Anagé por volta das 6:30 e cheguei a Andaraí por volta de 12:00, foi um bom passeio, e o fato de estar sozinho vendo aquele visual foi uma terapia gratificante, aproveitei pra pensar e repensar em muitas coisas da minha vida. Entrei na cidade de Andaraí e segui direto pra pousada, achei a placa de indicação do hospital (a pousada é do lado) e logo em seguida a placa da pousada, passei pelo portão e minha total surpresa ao entrar no estacionamento, o gordo fujão já estava com a moto pronta pra sair (depois ele me explicou que havia ligado pro Rafão perguntando se eu havia recebido o recado dele, o Rafão disse que eu estava “irado” e havia dito que não iria pra Andaraí, que seguiria direto pra Juazeiro ou Petrolina, então ele resolveu seguir direto pra uma dessas cidades pra me encontrar), parei a moto, olhei pro Diego e perguntei; “seu leso, o que te deu na cabeça ontem?”, a resposta vocês já sabem, ele achou que eu tinha saído do posto na frente dele e resolveu me seguir. Enfim, como o percurso de entrada na Chapada foi uma experiência especial e eu estava ainda em estado de plenitude e bom humor, resolvi deixar pra lá o problema e não tornar a discutir o assunto. Resolvemos ficar o resto do dia em Andaraí, afinal o propósito da ida pra Chapada foi exatamente conhecer o lugar e fazer as trilhas e passeios da região, desembarquei os equipamentos da moto, pedi um quarto, troquei de roupa, e por volta das 14:00 resolvemos sair pra fazer expedições pela região, fomos direto conhecer o Poço Azul, um local mágico, fica a uns 48 km de distância de Andaraí, são 30 km de estrada de asfalto mais 18 km de estrada de chão, chegando ao local paramos as motos embaixo de um cajueiro e fomos conhecer o local. O Poço Azul fica dentro de uma propriedade particular, dentro da área tem banheiros, duchas, locais para descanso embaixo de árvores, etc. Existe uma estrutura maior que é onde funciona o restaurante, o almoço é uma delícia, com gostinho de comida caseira e no esquema de Self-service ao custo de R$ 15,00 (comemos a vontade e muito, aproveitei pra saciar minha fome), ao lado fica a entrada do poço que é como chamam o local, trata-se de um complexo de cavernas onde foram feitos achados paleontológicos de grande importância, no local os arqueólogos acharam os fosseis de preguiças gigantes, de mamutes, de Tigres Dentes de Sabre, é um importante sítio arqueológico do Brasil, dentro deste complexo de cavernas existe um rio subterrâneo que forma uma lagoa onde existe uma grande concentração de magnésio entre outros minerais e através de uma abertura no teto da caverna que fica a cerca de 40 metros da superfície da lagoa, entra a luz do sol que ao encontrar a água rica em magnésio provoca uma reação que torna a cor da água azul, quando na verdade ela é tão límpida e translúcida que impressiona quando se olha de cima a impressão que se tem é que as pessoas estão flutuando no espaço, muito lindo. Ficamos ali de molho nos refrescando até umas 16:30 quando resolvemos voltar para Andaraí onde ao chegarmos decidimos que ainda estava cedo e que como tinha luz do sol iríamos dar um pulo na cidade de Igatu que ficava a cerca de 33 km de distância, coisa rápida, só que ninguém nos disse que desses 33 km uns 8 km era de subida por uma estrada de calçamento em pedras muito antiga, o que levou quase 40 min. só pra percorrer esse 8 km, chegamos em Igatu quase as 18:00, a cidade é bem pequena e bastante pitoresca, as casa na sua maioria são construídas de pedra e cobertas com telhas de barro, muito bonito o local, mas como já estava tarde o museu estava fechada e não pudemos conhecer nada muito interessante, começamos a descida da estrada de pedra já com a noite caindo e tudo muito escuro, mais uma aventura na Chapada Diamantina, voltamos pra pousada, banho e saímos pra jantar, fizemos um lanche e fomos dormir porque no dia seguinte planejamos seguir para a cidade de lençóis onde passaríamos o domingo passeando pela região e continuando nosso desbravamento da Chapada.
Caminho para o Poço Azul

Lagoa subterrânea do Poço Azul
Estrada de acesso à Igatu
Parada em rio com corredeiras no caminho para Igatu
Construção típica da cidade de Igatu

Ontem o dia foi cansativo e estressante, a brincadeira de caça ao gordo fujão me deixou esgotado. Acordei por volta das 6:00, já tinha deixado tudo arrumado na noite anterior pra não ter trabalho ao acordar, coloquei tudo na moto, engraxei a corrente que pedia uma lubrificação, liguei a máquina e sai fora. Comecei a rodar cedo pois queria tirar o maior proveito do dia na estrada, já estava decidido a ir direto pra Belém e voltar pra casa sozinho, mas ao acordar já estava menos chateado com a confusão do dia anterior. Deixei Anagé/BA e tomei o rumo de Sussuarana/BA, na noite anterior já tinha formatado um roteiro voltando pra casa pelo interior da Bahia e seguindo rumo a Juazeiro/BA e Petrolina/PE e segui em frente, passei pela entrada da cidade de Sussuarana mas não havia placa de identificação e nem percebi este fato, continuei rodando e resolvi parar num posto para abastecer e perguntar se eu estava certo um caminhoneiro que estava ouvindo minha conversa se aproximou e disse: "cara, você vai fazer o caminho mais longo pro Pará, é muito melhor você ir pela Chapada e com isso ganha muitos km de chão", eu estava no sentido Sincorá/BA na BA 026 que se mistura com a BR 407, pensei um pouco e decidi que ele tinha razão, se meu problema de grana era crítico, rodar mais iria me causar problemas, então resolvi seguir a sugestão dele e retornei 42 km até a entrada de Tanhaçú (foram 82 km perdidos em atraso), entrei para a BA 142 e parei num posto pra abastecer e comer um rápido café da manhã, segui em frente e percebi que estava exatamente no caminho da cidade de Andaraí onde o gordo fujão disse que iria me esperar, hum .... resolvi "arrochar" o cabo do acelerador e fazer o percurso até lá em tempo recorde. Fui passando as cidadezinhas e de repente vi a primeira placa que indicava que eu estava entrando no Parque Nacional da Chapada Diamantina, comecei a ficar extasiado com aquele visual e com as formações rochosas e curvas e vegetação e cada vez mais feliz de ter escolhido seguir por ali, a Chapada é realmente um lugar mágico e encantador. Subindo cada vez mais, passei por grandes campos cultivados que acho que era de soja, grandes fazendas de cultivo e muita fartura, fiquei impressionado, achei que aquela região da Bahia era só mato, sertão e desertos, engano meu. A subida começou a se tornar uma aventura sem igual, grandes curvas fechadas entre paredões rochosos e formações incríveis de rocha e calcário, subidas e descidas em alta e baixa velocidade, comecei a me empolgar e não percebi que estava andando muito rápido até que num dos vários declives acentuados e em curva a moto deu uma saída de traseira, opa se liga aí seu mané, tá querendo arrumar confusão sozinho nestas bandas (pensei comigo mesmo), aliviei o peso da mão e passei a curtir o visual. Cheguei na cidade de Mucugê/BA e aí sim estava me sentindo realmente na Chapada, tudo muito pitoresco e turístico na beira da estrada tem um cemitério em estilo Bizantino que é lindo, parei para tirar fotos. Continuei minhas subidas e descidas, andar de moto naquela região é como brincar num parque de diversões, uma montanha russa da natureza. Fui seguindo em frente e cada vez mais tranqüilo, a cada km que ficava pra traz a raiva do dia anterior ia embora, até que comecei a achar graça de tudo aquilo, realmente dois parceiros de viagem se perderem é coisa pra dois doidos, esqueci da chateação com o Diego e decidi que iria entra na cidade de Andaraí pra encontra com ele na pousada onde disse que estaria me esperando. Sai de Anagé por volta das 6:30 e cheguei a Andaraí por volta de 12:00, foi um bom passeio, e o fato de estar sozinho vendo aquele visual foi uma terapia gratificante, aproveitei pra pensar e repensar em muitas coisas da minha vida. Entrei na cidade de Andaraí e segui direto pra pousada, achei a placa de indicação do hospital (a pousada é do lado) e logo em seguida a placa da pousada, passei pelo portão e minha total surpresa ao entrar no estacionamento, o gordo fujão já estava com a moto pronta pra sair (depois ele me explicou que havia ligado pro Rafão perguntando se eu havia recebido o recado dele, o Rafão disse que eu estava “irado” e havia dito que não iria pra Andaraí, que seguiria direto pra Juazeiro ou Petrolina, então ele resolveu seguir direto pra uma dessas cidades pra me encontrar), parei a moto, olhei pro Diego e perguntei; “seu leso, o que te deu na cabeça ontem?”, a resposta vocês já sabem, ele achou que eu tinha saído do posto na frente dele e resolveu me seguir. Enfim, como o percurso de entrada na Chapada foi uma experiência especial e eu estava ainda em estado de plenitude e bom humor, resolvi deixar pra lá o problema e não tornar a discutir o assunto. Resolvemos ficar o resto do dia em Andaraí, afinal o propósito da ida pra Chapada foi exatamente conhecer o lugar e fazer as trilhas e passeios da região, desembarquei os equipamentos da moto, pedi um quarto, troquei de roupa, e por volta das 14:00 resolvemos sair pra fazer expedições pela região, fomos direto conhecer o Poço Azul, um local mágico, fica a uns 48 km de distância de Andaraí, são 30 km de estrada de asfalto mais 18 km de estrada de chão, chegando ao local paramos as motos embaixo de um cajueiro e fomos conhecer o local. O Poço Azul fica dentro de uma propriedade particular, dentro da área tem banheiros, duchas, locais para descanso embaixo de árvores, etc. Existe uma estrutura maior que é onde funciona o restaurante, o almoço é uma delícia, com gostinho de comida caseira e no esquema de Self-service ao custo de R$ 15,00 (comemos a vontade e muito, aproveitei pra saciar minha fome), ao lado fica a entrada do poço que é como chamam o local, trata-se de um complexo de cavernas onde foram feitos achados paleontológicos de grande importância, no local os arqueólogos acharam os fosseis de preguiças gigantes, de mamutes, de Tigres Dentes de Sabre, é um importante sítio arqueológico do Brasil, dentro deste complexo de cavernas existe um rio subterrâneo que forma uma lagoa onde existe uma grande concentração de magnésio entre outros minerais e através de uma abertura no teto da caverna que fica a cerca de 40 metros da superfície da lagoa, entra a luz do sol que ao encontrar a água rica em magnésio provoca uma reação que torna a cor da água azul, quando na verdade ela é tão límpida e translúcida que impressiona quando se olha de cima a impressão que se tem é que as pessoas estão flutuando no espaço, muito lindo. Ficamos ali de molho nos refrescando até umas 16:30 quando resolvemos voltar para Andaraí onde ao chegarmos decidimos que ainda estava cedo e que como tinha luz do sol iríamos dar um pulo na cidade de Igatu que ficava a cerca de 33 km de distância, coisa rápida, só que ninguém nos disse que desses 33 km uns 8 km era de subida por uma estrada de calçamento em pedras muito antiga, o que levou quase 40 min. só pra percorrer esse 8 km, chegamos em Igatu quase as 18:00, a cidade é bem pequena e bastante pitoresca, as casa na sua maioria são construídas de pedra e cobertas com telhas de barro, muito bonito o local, mas como já estava tarde o museu estava fechada e não pudemos conhecer nada muito interessante, começamos a descida da estrada de pedra já com a noite caindo e tudo muito escuro, mais uma aventura na Chapada Diamantina, voltamos pra pousada, banho e saímos pra jantar, fizemos um lanche e fomos dormir porque no dia seguinte planejamos seguir para a cidade de lençóis onde passaríamos o domingo passeando pela região e continuando nosso desbravamento da Chapada.
Caminho para o Poço Azul
Lagoa subterrânea do Poço Azul
Estrada de acesso à Igatu
Parada em rio com corredeiras no caminho para Igatu
Construção típica da cidade de Igatu
Todas as fotos estão nos álbuns do Picasa cujo os link's se encontran na guia lateral do Blog.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! 3° dia de viagem !!
Sexta-feira, 18 de novembro de 2011 !!
Acordamos em Teófilo Otoni não muito cedo, depois da "puxada" de ontem a gente precisava descansar um pouquinho. Acordamos, fizemos todas as preparações habituais, arrumamos as motos e resolvemos tomar café da manhã no hotel mesmo, nada de ter que parar na estrada pra tomar café, o plano era dar uma "tocada" forte pra chegar ainda com luz do dia na Chapada e poder procurar uma cidadezinha agradável e com custo baixo pra gente pernoitar. Depois do café, tudo pronto, ligamos as motos e fomos embora de novo, mais um dia de viagem pela frente, paramos num posto de gasolina pra abastecer as motos e aí aconteceu o maior imprevisto desta viagem, após abastecer minha moto, olhei pro Diego que voltava da cabine do cartão de crédito e perguntei se ele já havia pago o abastecimento dele, no que ele respondeu afirmativamente disse então pra ele que eu ia calibrar os pneus e achei que ele tinha escutado (mas na verdade ele não escutou, porque sempre viajamos com protetores auriculares nos ouvidos por causa do barulho do vento e do escapamento), fui pra área da calibragem que ficava atrás de um muro no posto e após calibrar os pneus voltei pro local onde havia visto o cara pela última vez. Minha surpresa ao chegar, "cadê o maluco?". Fiquei intrigado e fui perguntar ao frentista do posto se ele havia visto meu amigo, ele me respondeu que ele estava me esperando atrás de um caminhão mais a frente, próximo à saída do posto, fui até o local e não tinha ninguém. Mistério total, voltei de novo e outro frentista me disse que viu ele saindo do posto e tomando o rumo da BR, sai a “milhão” do posto atrás do cara e como eu sempre ando mais rápido que ele achei que logo o alcançaria, rodei uns 10 km e nada de ver o doido, parei em um local onde tinham algumas pessoas e perguntei se tinham visto uma moto preta “assim, assado” e todos disseram que não viram ninguém passar por lá, achei então que ele tinha tido o bom senso de voltar ao posto pra me procurar e resolvi voltar pra cidade e ir no posto novamente, mas nada, o cara tinha sumido. Pensei um tempo e resolvi ligar pra minha mulher e pra mulher dele avisando o que tinha acontecido e dizendo a elas que eu seguiria viagem, mas sempre parando pra pegar informações com elas sobre onde ele estaria, achei que ele faria a mesma coisa, engano meu, mas isso conto mais a frente. Bem ... continuei meu caminho, mas dessa vez sem pressa, sempre parando pra perguntar por ele e pela moto preta e nada, rodei a manhã inteira, chegou a hora do almoço e resolvi parar em um posto na divisa de Minas Gerais e Bahia para comer alguma coisa e depois continuei minha viagem. O que muito nos atrapalhou foi o fato de estarmos numa área onde não havia cobertura de telefonia celular da Tim, que era o que nós usávamos, as únicas operadoras que funcionavam naquela região eram a Vivo (mal e porcamente) e a Claro (que era a boa), mas a gente não tinha chip da Claro. Continuei minha saga da caça ao gordo fujão e já tava muito “puto” da vida e totalmente estressado com aquela situação, nada do cara fazer contato com ninguém. Numa cidade onde por milagre consegui o sinal da Tim, liguei de novo pra mulher dele e pra minha e avisei que caso conseguisem contao com ele era pra dizer que nosso ponto de encontro seria na cidade de Vitória da Conquista/BA e segui em frente, mais a frente em outra cidadezinha onde tinha sinal recebi uma mensagem dizendo que ele havia passado de Vitória da Conquista e estava em uma cidade da Bahia chamada Anagé e que me esperaria lá, a mulher dele conseguiu contato com ele e me mandou a mensagem (só que isso foi as 11:30 da manhã e eu só recebi a mensagem às 14:00) rumei pra Anagé e cheguei por volta das 15:30 embaixo de uma chuva torrencial, entrei na cidade rodei um pouco perguntei e nada dele, fui pra estrada e parei nos dois postos de gasolina, perguntei e nada dele, fiquei mais irritado ainda. Resolvi seguir mais adiante pra ver se tinha sorte de encontrar o gordo fujão, rodei 85 km até a cidade de Brumado achando que estava no caminho certo, quando cheguei lá descobri que estava completamente errado (o mapa ficou com o Diego e eu estava andando ás cegas), já eram 17:00 e resolvi voltar pra Anagé, de novo mais 85 km (no total foram 170 km de erro no percurso), na volta presenciei uma das visões mais fantásticas e incríveis de toda a viagem, ao começar a descer uma pequena serra voltando pra Anagé, caia uma chuvinha fina e eu estava dentro de uma neblina forte, de repente comecei a sair da neblina, a minha direita o sol apareceu entre nuvens cor de chumbo com seus raios brilhando fortes, aqueles raios de sol de final de tarde quando ele já esta se pondo e a minha direita tudo cinza de nuvens carregadas de chuva ao longe, eu estava descendo este caminho com o sol a minha direita, as nuvens a esquerda e dois arco-íris brilhantes em cima de mim, era como estar passando embaixo de dois arcos incrivelmente coloridos, foi fantástico (nessa hora não me arrependi de ter feito o percurso errado até Brumado. Cheguei em Anagé embaixo de uma chuva fininha e fui atrás de informações sobre hospedagem, estava escurecendo e não valia a pena continuar na estrada, muito menos sozinho. Parei num mercadinho e comprei um chip da Claro pra poder ter contato com o mundo exterior, liguei pra minha mulher e pra mulher do Diego avisando minha situação e que não iria mais procurar o gordo fujão, estava com muita raiva e decidi que voltaria pra Belém no dia seguinte, foi quando fiquei sabendo que ele por ter chegado cedo à Anagé, depois de muito me esperar resolver continuar em direção ao nosso destino que era Lençóis ou outra cidadezinha próxima. Consegui hospedagem no hotel do posto de gasolina da cidade (fora este só tinha mais um e era horrível), as acomodações eram muito boas e o preço melhor ainda, paguei R$ 20,00 por um dos melhores hotéis de estrada que fiquei. Após tomar banho fui procurar uma Lanhouse e me conectei com o mundo, conversei com o Rafa, nosso integrante que não viajou e ficou em Belém como contato de apoio, disse minha situação e desabafei minha ira, ele procurou me acalmar e disse que conseguiu falar com o Diego, de manhã quando a gente tava no posto ele não me ouviu dizer que ia calibrar os pneus e depois que ligou a moto não me viu e achou que eu tinha saído na frente dele e que já estava a caminho, como ele sabe que eu ando rápido resolveu “arrochar” o cabo do acelerador pra ver se me achava e fez isso o dia inteiro achando que eu estava a frente dele na estrada. Pra resumir ele tinha rodado o dia inteiro e tinha chegado em Andaraí/BA, cidade dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina e que iria me espera lá, não sairia sem que eu chegasse, aí mesmo que eu fiquei mais irritado com a falta de atitude do meu parceiro de viagem de parar, buscar informações se ligar para nossas mulheres pra tentar me achar, enfim, coisas que acontecem. Preparei todo um roteiro de volta para Belém, tava muito chateado e resolvi que não iria me encontrar com ele em Andaraí, seguiria direto para Juazeiro/BA ou Petrolina/PE pra tentar tirar dinheiro em algum banco e seguir viagem (minha maior “bronca” era que meu dinheiro, a maior parte dele, estava na conta do Diego e eu tinha pouco em mãos pra seguir viagem e chegar em casa, caso a gente não se encontrasse). Fui dormir que era a melhor coisa que eu podia fazer, no dia seguinte eu teria uma longa e solitária jornada pela frente seguindo pra casa. Isso não aconteceu, mas aí já outra parte da história que conto depois.
Cenas da viagem solitária
Acordamos em Teófilo Otoni não muito cedo, depois da "puxada" de ontem a gente precisava descansar um pouquinho. Acordamos, fizemos todas as preparações habituais, arrumamos as motos e resolvemos tomar café da manhã no hotel mesmo, nada de ter que parar na estrada pra tomar café, o plano era dar uma "tocada" forte pra chegar ainda com luz do dia na Chapada e poder procurar uma cidadezinha agradável e com custo baixo pra gente pernoitar. Depois do café, tudo pronto, ligamos as motos e fomos embora de novo, mais um dia de viagem pela frente, paramos num posto de gasolina pra abastecer as motos e aí aconteceu o maior imprevisto desta viagem, após abastecer minha moto, olhei pro Diego que voltava da cabine do cartão de crédito e perguntei se ele já havia pago o abastecimento dele, no que ele respondeu afirmativamente disse então pra ele que eu ia calibrar os pneus e achei que ele tinha escutado (mas na verdade ele não escutou, porque sempre viajamos com protetores auriculares nos ouvidos por causa do barulho do vento e do escapamento), fui pra área da calibragem que ficava atrás de um muro no posto e após calibrar os pneus voltei pro local onde havia visto o cara pela última vez. Minha surpresa ao chegar, "cadê o maluco?". Fiquei intrigado e fui perguntar ao frentista do posto se ele havia visto meu amigo, ele me respondeu que ele estava me esperando atrás de um caminhão mais a frente, próximo à saída do posto, fui até o local e não tinha ninguém. Mistério total, voltei de novo e outro frentista me disse que viu ele saindo do posto e tomando o rumo da BR, sai a “milhão” do posto atrás do cara e como eu sempre ando mais rápido que ele achei que logo o alcançaria, rodei uns 10 km e nada de ver o doido, parei em um local onde tinham algumas pessoas e perguntei se tinham visto uma moto preta “assim, assado” e todos disseram que não viram ninguém passar por lá, achei então que ele tinha tido o bom senso de voltar ao posto pra me procurar e resolvi voltar pra cidade e ir no posto novamente, mas nada, o cara tinha sumido. Pensei um tempo e resolvi ligar pra minha mulher e pra mulher dele avisando o que tinha acontecido e dizendo a elas que eu seguiria viagem, mas sempre parando pra pegar informações com elas sobre onde ele estaria, achei que ele faria a mesma coisa, engano meu, mas isso conto mais a frente. Bem ... continuei meu caminho, mas dessa vez sem pressa, sempre parando pra perguntar por ele e pela moto preta e nada, rodei a manhã inteira, chegou a hora do almoço e resolvi parar em um posto na divisa de Minas Gerais e Bahia para comer alguma coisa e depois continuei minha viagem. O que muito nos atrapalhou foi o fato de estarmos numa área onde não havia cobertura de telefonia celular da Tim, que era o que nós usávamos, as únicas operadoras que funcionavam naquela região eram a Vivo (mal e porcamente) e a Claro (que era a boa), mas a gente não tinha chip da Claro. Continuei minha saga da caça ao gordo fujão e já tava muito “puto” da vida e totalmente estressado com aquela situação, nada do cara fazer contato com ninguém. Numa cidade onde por milagre consegui o sinal da Tim, liguei de novo pra mulher dele e pra minha e avisei que caso conseguisem contao com ele era pra dizer que nosso ponto de encontro seria na cidade de Vitória da Conquista/BA e segui em frente, mais a frente em outra cidadezinha onde tinha sinal recebi uma mensagem dizendo que ele havia passado de Vitória da Conquista e estava em uma cidade da Bahia chamada Anagé e que me esperaria lá, a mulher dele conseguiu contato com ele e me mandou a mensagem (só que isso foi as 11:30 da manhã e eu só recebi a mensagem às 14:00) rumei pra Anagé e cheguei por volta das 15:30 embaixo de uma chuva torrencial, entrei na cidade rodei um pouco perguntei e nada dele, fui pra estrada e parei nos dois postos de gasolina, perguntei e nada dele, fiquei mais irritado ainda. Resolvi seguir mais adiante pra ver se tinha sorte de encontrar o gordo fujão, rodei 85 km até a cidade de Brumado achando que estava no caminho certo, quando cheguei lá descobri que estava completamente errado (o mapa ficou com o Diego e eu estava andando ás cegas), já eram 17:00 e resolvi voltar pra Anagé, de novo mais 85 km (no total foram 170 km de erro no percurso), na volta presenciei uma das visões mais fantásticas e incríveis de toda a viagem, ao começar a descer uma pequena serra voltando pra Anagé, caia uma chuvinha fina e eu estava dentro de uma neblina forte, de repente comecei a sair da neblina, a minha direita o sol apareceu entre nuvens cor de chumbo com seus raios brilhando fortes, aqueles raios de sol de final de tarde quando ele já esta se pondo e a minha direita tudo cinza de nuvens carregadas de chuva ao longe, eu estava descendo este caminho com o sol a minha direita, as nuvens a esquerda e dois arco-íris brilhantes em cima de mim, era como estar passando embaixo de dois arcos incrivelmente coloridos, foi fantástico (nessa hora não me arrependi de ter feito o percurso errado até Brumado. Cheguei em Anagé embaixo de uma chuva fininha e fui atrás de informações sobre hospedagem, estava escurecendo e não valia a pena continuar na estrada, muito menos sozinho. Parei num mercadinho e comprei um chip da Claro pra poder ter contato com o mundo exterior, liguei pra minha mulher e pra mulher do Diego avisando minha situação e que não iria mais procurar o gordo fujão, estava com muita raiva e decidi que voltaria pra Belém no dia seguinte, foi quando fiquei sabendo que ele por ter chegado cedo à Anagé, depois de muito me esperar resolver continuar em direção ao nosso destino que era Lençóis ou outra cidadezinha próxima. Consegui hospedagem no hotel do posto de gasolina da cidade (fora este só tinha mais um e era horrível), as acomodações eram muito boas e o preço melhor ainda, paguei R$ 20,00 por um dos melhores hotéis de estrada que fiquei. Após tomar banho fui procurar uma Lanhouse e me conectei com o mundo, conversei com o Rafa, nosso integrante que não viajou e ficou em Belém como contato de apoio, disse minha situação e desabafei minha ira, ele procurou me acalmar e disse que conseguiu falar com o Diego, de manhã quando a gente tava no posto ele não me ouviu dizer que ia calibrar os pneus e depois que ligou a moto não me viu e achou que eu tinha saído na frente dele e que já estava a caminho, como ele sabe que eu ando rápido resolveu “arrochar” o cabo do acelerador pra ver se me achava e fez isso o dia inteiro achando que eu estava a frente dele na estrada. Pra resumir ele tinha rodado o dia inteiro e tinha chegado em Andaraí/BA, cidade dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina e que iria me espera lá, não sairia sem que eu chegasse, aí mesmo que eu fiquei mais irritado com a falta de atitude do meu parceiro de viagem de parar, buscar informações se ligar para nossas mulheres pra tentar me achar, enfim, coisas que acontecem. Preparei todo um roteiro de volta para Belém, tava muito chateado e resolvi que não iria me encontrar com ele em Andaraí, seguiria direto para Juazeiro/BA ou Petrolina/PE pra tentar tirar dinheiro em algum banco e seguir viagem (minha maior “bronca” era que meu dinheiro, a maior parte dele, estava na conta do Diego e eu tinha pouco em mãos pra seguir viagem e chegar em casa, caso a gente não se encontrasse). Fui dormir que era a melhor coisa que eu podia fazer, no dia seguinte eu teria uma longa e solitária jornada pela frente seguindo pra casa. Isso não aconteceu, mas aí já outra parte da história que conto depois.
Cenas da viagem solitária
Travessia da divisa dos estados deMinas Gerais e Bahia
Elá vem a chuva de novo, estrada com muita água, já me sentia um peixe
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! 2° dia de viagem !!
Quinta-feira, dia 17 de novembro de 2011 !
Acordamos cedo em Barra do Piraí, depois do dia anterior embaixo de muita chuva e de uma viagem estressante e de uma boa noite de sono (capotamos cedo, por volta das 21:30). Resolvemos deixar tudo arrumado para sair cedo, mas sempre fica alguma coisa pra última hora, montamos as motos e demos um aperto nas correntes e muita graxa nelas também. Tudo pronto ligamos as máquinas e fomos de volta pra estrada, o tempo tava nublado mas parecia que não ía cair chuva, depois de algum tempo rodando caiu um pequeno chuvisco rápido que passou logo e aí abriu o sol, maravilha, nada melhor que o sol pra aquecer os ossos depois de um dia encharcado. Fizemos o percurso tranquilo seguindo através da BR 393, passando uma cidade após a outra até chegar em Três Rios/RJ onde pegamos uma saída errada na BR 040, paramos numa conveniência de beira de estrada apara buscar informações e aproveitamos pra tomar o café da manhã, alimentados e informados do rumo a tomar montamos nas motos e seguimos viagem. Foi tudo muito tranquilo, sempre pela serra desde a saída de Barra do Piraí e ainda tinha muita estrada de serra pela frente. Viajar na serra é tudo de bom, clima ameno, vegetação bonita, paisagens interessantes e altos visuais. Seguimos nosso caminho até a divisa entre os estados do Rio de janeiro e Minas Gerais e na cidade de Além Paraíba entramos definitivamente para o estado de Minas Gerais onde pegamos a BR 116, ainda na serra e aquele típico visual de cidadezinha do interior de Minas, seguindo em frente para chegar a tempo em Teófilo Otoni para nosso pernoite. andamos uma boa distância, valeu a pena ter dormido cedo e acordado cedo para tentar recuperar o atraso do dia anterior, chegamos em Teófilo Otoni por volta das 19:00 ainda com a luz do sol e fomos direto atraz de hotel, achamos um barato, nos instalamos e fomos descansar, banho tomado fomos dar uma volta e depois jantar, mais uma vez dormimos muito cedo, pois ainda tinha muito atraso pra recuperar. Nosso plano é chegar na Chapada Diamantina no dia seguinte, e procurar uma cidadezinha pequena e barata pra dormir, onde faremos o levantamento da região, mas isso é outra história.
Acordamos cedo em Barra do Piraí, depois do dia anterior embaixo de muita chuva e de uma viagem estressante e de uma boa noite de sono (capotamos cedo, por volta das 21:30). Resolvemos deixar tudo arrumado para sair cedo, mas sempre fica alguma coisa pra última hora, montamos as motos e demos um aperto nas correntes e muita graxa nelas também. Tudo pronto ligamos as máquinas e fomos de volta pra estrada, o tempo tava nublado mas parecia que não ía cair chuva, depois de algum tempo rodando caiu um pequeno chuvisco rápido que passou logo e aí abriu o sol, maravilha, nada melhor que o sol pra aquecer os ossos depois de um dia encharcado. Fizemos o percurso tranquilo seguindo através da BR 393, passando uma cidade após a outra até chegar em Três Rios/RJ onde pegamos uma saída errada na BR 040, paramos numa conveniência de beira de estrada apara buscar informações e aproveitamos pra tomar o café da manhã, alimentados e informados do rumo a tomar montamos nas motos e seguimos viagem. Foi tudo muito tranquilo, sempre pela serra desde a saída de Barra do Piraí e ainda tinha muita estrada de serra pela frente. Viajar na serra é tudo de bom, clima ameno, vegetação bonita, paisagens interessantes e altos visuais. Seguimos nosso caminho até a divisa entre os estados do Rio de janeiro e Minas Gerais e na cidade de Além Paraíba entramos definitivamente para o estado de Minas Gerais onde pegamos a BR 116, ainda na serra e aquele típico visual de cidadezinha do interior de Minas, seguindo em frente para chegar a tempo em Teófilo Otoni para nosso pernoite. andamos uma boa distância, valeu a pena ter dormido cedo e acordado cedo para tentar recuperar o atraso do dia anterior, chegamos em Teófilo Otoni por volta das 19:00 ainda com a luz do sol e fomos direto atraz de hotel, achamos um barato, nos instalamos e fomos descansar, banho tomado fomos dar uma volta e depois jantar, mais uma vez dormimos muito cedo, pois ainda tinha muito atraso pra recuperar. Nosso plano é chegar na Chapada Diamantina no dia seguinte, e procurar uma cidadezinha pequena e barata pra dormir, onde faremos o levantamento da região, mas isso é outra história.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Ubatuba <> Lençóis / Chapada Diamantina !! 1° dia de viagem !!
Quarta-feira, dia 16 de novembro de 2011 !
É isso aí gente,
mais uma vez vamos voltar pra estrada, depois de ficar de castigo por um dia em Ubatuba (terça-feira dia 15/11) presos em função da chuva juntamente com o Giusepe e o Macedo com a esposa que também ficaram presos esperando a chuva passar, na quarta-feira dia 16/11 resolvemos sair mesmo embaixo de chuva, se formos esperar passar vamos perder mais um dia e nosso atrazo já é considerável, o Giusepe até pensou em seguir com a gente até Paraty, mas a chuva foi tão chata que ele resolver voltar pra casa mesmo. Esperamos até por volta das 11:00 quando a chuva deu uma pequena trégua, as motos já estavam prontas e fomos embora, paramos no posto para abastecer e quem aparece ? A chuva, rsrsrsrs, começou aquela chuvinha fina que enche o saco, mas ... já estávamos na chuva mesmo, então vamos nos molhar. Saímos de Ubatuba tomando o rumo da Rod. Rio Santos com destino à Paraty/RJ, a viagem foi tranquila e a chuvinha fina até que deu uma trégua, fizemos o percurso em cerca de 1 hora e quando chegamos a Paraty a chuva havia passado dando oportunidade de darmos uma volta pela cidade para conhecer e tirar umas fotos, não demorou muito e lá vem ela de novo, resolvemos então seguir viagem rumo à Angra dos Reis, no caminho começou a despencar o maior pé d'água e não foi possível parar na usina de Angra para tirar fotos, paramos em um posto de gasolina para reabastecer e fazer um lanche, não demoramos muito e partimos, eu já previa que o dia ía ser molhado, e foi realmente o que aconteceu, subimos a serra que vai de Angra dos Reis para Volta Redonda/Rj embaixo de muita chuva, por algumas vezes tivemos que parar para desembaçar as viseiras, principalmente na hora de atravessar pequenos túneis que tem na serra e que não são iluminados, é como entrar numa caverna totalmente as escuras, a viagem foi lenta e sem pressa, muito em função da nossa segurança, não tivemos pressa em chegar. Como já estávamos atrasados mesmo fomos com calma, entramos na cidade de Volta Redonda com o tempo seco, e fomos nos informando até descobrir como pegar a BR 393, seguimos pela Br e lá vem ela de novo, chuáááá, e tome água. Chegamos em Barra do Piraí por volta das 17:30, ainda dava pra rodar mais um pouco, mas estávamos totalmente molhados (nem o equipamento impermeável aguentou tanta água), com frio, com fome e cansados, então resolvemos que iríamos ficar por ali mesmo, não íamos arriscar seguir até Três Rios/RJ com aquela chuva e começando a escurecer. Achamos um hotelzinho de beira de estrada bem simples, uma mistura de Motel e Hotel pra viajante, pegamos um quarto que foi o mais barato da viagem, R$ 40,00 (vinte pra cada um), fomos nos agasalhar, tomar um banho e secar as roupas. Depois de refeitos de tanta canseira resolvemos descer pra comer alguma coisa e achamos um pizzaria rodizio que tinha também rodizio de massas, resolvemos tirar a barriga da miséria e recompor as energias com muito carbohidrato, acabamos de jantar e voltamos pro hotel, em meia hora estávamos dormindo, por que estávamos cansados e no dia seguinte ainda ía ter muito chão pra rodar e tentar recuperar o tempo perdido.
Foi o pior trecho de km rodado desde que saímos de casa, não chegamos a rodar 350 km. Teríamos que recuperar no dia seguinte. E também não foi nada agradável, foi apenas rodar e rodar, nada mais.
Pórtico de entrada de Paraty


Centro histórico de Paraty

É isso aí gente,
mais uma vez vamos voltar pra estrada, depois de ficar de castigo por um dia em Ubatuba (terça-feira dia 15/11) presos em função da chuva juntamente com o Giusepe e o Macedo com a esposa que também ficaram presos esperando a chuva passar, na quarta-feira dia 16/11 resolvemos sair mesmo embaixo de chuva, se formos esperar passar vamos perder mais um dia e nosso atrazo já é considerável, o Giusepe até pensou em seguir com a gente até Paraty, mas a chuva foi tão chata que ele resolver voltar pra casa mesmo. Esperamos até por volta das 11:00 quando a chuva deu uma pequena trégua, as motos já estavam prontas e fomos embora, paramos no posto para abastecer e quem aparece ? A chuva, rsrsrsrs, começou aquela chuvinha fina que enche o saco, mas ... já estávamos na chuva mesmo, então vamos nos molhar. Saímos de Ubatuba tomando o rumo da Rod. Rio Santos com destino à Paraty/RJ, a viagem foi tranquila e a chuvinha fina até que deu uma trégua, fizemos o percurso em cerca de 1 hora e quando chegamos a Paraty a chuva havia passado dando oportunidade de darmos uma volta pela cidade para conhecer e tirar umas fotos, não demorou muito e lá vem ela de novo, resolvemos então seguir viagem rumo à Angra dos Reis, no caminho começou a despencar o maior pé d'água e não foi possível parar na usina de Angra para tirar fotos, paramos em um posto de gasolina para reabastecer e fazer um lanche, não demoramos muito e partimos, eu já previa que o dia ía ser molhado, e foi realmente o que aconteceu, subimos a serra que vai de Angra dos Reis para Volta Redonda/Rj embaixo de muita chuva, por algumas vezes tivemos que parar para desembaçar as viseiras, principalmente na hora de atravessar pequenos túneis que tem na serra e que não são iluminados, é como entrar numa caverna totalmente as escuras, a viagem foi lenta e sem pressa, muito em função da nossa segurança, não tivemos pressa em chegar. Como já estávamos atrasados mesmo fomos com calma, entramos na cidade de Volta Redonda com o tempo seco, e fomos nos informando até descobrir como pegar a BR 393, seguimos pela Br e lá vem ela de novo, chuáááá, e tome água. Chegamos em Barra do Piraí por volta das 17:30, ainda dava pra rodar mais um pouco, mas estávamos totalmente molhados (nem o equipamento impermeável aguentou tanta água), com frio, com fome e cansados, então resolvemos que iríamos ficar por ali mesmo, não íamos arriscar seguir até Três Rios/RJ com aquela chuva e começando a escurecer. Achamos um hotelzinho de beira de estrada bem simples, uma mistura de Motel e Hotel pra viajante, pegamos um quarto que foi o mais barato da viagem, R$ 40,00 (vinte pra cada um), fomos nos agasalhar, tomar um banho e secar as roupas. Depois de refeitos de tanta canseira resolvemos descer pra comer alguma coisa e achamos um pizzaria rodizio que tinha também rodizio de massas, resolvemos tirar a barriga da miséria e recompor as energias com muito carbohidrato, acabamos de jantar e voltamos pro hotel, em meia hora estávamos dormindo, por que estávamos cansados e no dia seguinte ainda ía ter muito chão pra rodar e tentar recuperar o tempo perdido.
Foi o pior trecho de km rodado desde que saímos de casa, não chegamos a rodar 350 km. Teríamos que recuperar no dia seguinte. E também não foi nada agradável, foi apenas rodar e rodar, nada mais.
Pórtico de entrada de Paraty
Centro histórico de Paraty
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Ubatuba - Nov 2011 !! Passeio à praia de Trindade/RJ !!
Domingo, dia 13/11/2011.
Acordamos hoje com o espírito de "Rider's", desde sexta feira que a gente não vai pra estrada e já viu, estradeiro ficar parado muito tempo começa a enferujar. Na noite anterior teve o jantar oficial do ENH e juntamos uma turma pra propor um passeio rápido até a praia de trindade, litoral sul do estado do Rio de Janeiro a 76 km de Ubatuba, a galera ficou empolgada e formamos o "bonde".
Saímos por volta das 10:30, 17 motos e os Highlanders vão rodar. Todos equipados, motos prontas e motores são ligados, a turma primeiro parou num posto pra abastecer e encher os tanques: Eu, Diego, Iporob, Soichi, Antônio Neiva, Guga Mendes, Trintamam e mais outros que não recordo agora. Começamos o passeio saindo do trânsito de Ubatuba que nesta época do ano com feriadão fica lotada, assim que ganhamos a estrada a brincadeira começou pra valer. O Soichi, japonês maluco em sua XT 600 transformada em Motard saiu puxando o bonde e a galera foi indo atraz, formamos duas turmas: A primeira dos que gostam de emoção e aceleram mais forte nas curvas (eu entre eles) e a segunda que vai mais tranquilinha curtindo o visual (o Diego faz parte).
A "viagem" de ida foi tranquila, a estrada tem um bom piso e as curvas são longas com o visual da serra do mar e a vegetação típica daquela região, tava um clima agradável, nublado e friozinho, uma pequena garôa caiu mas passou rápido e chegamos a Trindade em 1 hora mais ou menos. A pequena cidade de Trindade estava lotada, carros se empinhavam na pequena e estreita rua que entra e sai da "vila" e como tava muito apinhado de gente resolvemos voltar e encontrar um lugar mais tranquilo, na saída da vila encontramos uma pedra que divide duas das praias locais e subimos com as motos estacionando as máquinas em frente ao mar, tremendo visual lindo, a serra e a vegetação ao fundo e o mar a frente e nós em cima da rocha da praia, as pessoas passavam e ficavam nos olhando co cara desconfiada, em pouco tempo se acostumaram e começaram a aparcer os curiosos que queiram saber de tudo a respito de nossas andanças por aí.
Fotos da Praia de Trindade e das motos na rocha


Ficamos algum tempo por lá curtindo o visual e tirando fotos, teve uma turma que resolveu almoçar por lá mesmo, mas eu e Diego decidimos sair fora e voltar pra estrada retornando pra Ubatuba, ficou marcado que às 16:00 na pria Vermelha do Norte seria tirada a foto oficial do ENH (uma delas), nos vestimos, ligamos as motos e partimos de volta pra estrada fazendo o caminho em direção à praia Vermelha do Norte, pegamos uma garôa na estrada de novo, passou rápido mas era sinal que vinha coisa pior mais tarde. Chegamos na praia Vermelha do Norte e já tinham alguns Highlanders por lá, nos juntamos a eles e fizemos um lanche (ainda não tínhamos almoçado), um super sanduba X-qualquer coisa enorme. A galera foi chegando aos poucos e quando vimos já tínhamos invadido a praia Vermelha do Norte. Foi meio confuso escolher um local para a foto, então vi uma árvore com a copa enorme na areia da praia e dei a sugestão, resultado, todas as motos foram para areia e perfilamos as máquinas para a foto, ficou legal. Conmo já havia previsto mais cedo em função das garôas que pegamos na estaradd e ida e volta de Trindade, começou a "armar" um temporal e foi "batata" assim que estávamos prontos para as fotos começou a chover, foi uma confusão danada segurar a galera na chuva que começava para bater as fotos oficiais, ma no fim deu tudo certo. Tiramos as fotos e cada um se virou para ir embora de volta para suas respectivas pousadas na cidade Ubatuba, de noite tinha encontro no QG noturno do restaurante Come-se Bem.
Fotos da Praia vermelha e foto oficial diurna.



Fotos do passeio:
Acordamos hoje com o espírito de "Rider's", desde sexta feira que a gente não vai pra estrada e já viu, estradeiro ficar parado muito tempo começa a enferujar. Na noite anterior teve o jantar oficial do ENH e juntamos uma turma pra propor um passeio rápido até a praia de trindade, litoral sul do estado do Rio de Janeiro a 76 km de Ubatuba, a galera ficou empolgada e formamos o "bonde".
Saímos por volta das 10:30, 17 motos e os Highlanders vão rodar. Todos equipados, motos prontas e motores são ligados, a turma primeiro parou num posto pra abastecer e encher os tanques: Eu, Diego, Iporob, Soichi, Antônio Neiva, Guga Mendes, Trintamam e mais outros que não recordo agora. Começamos o passeio saindo do trânsito de Ubatuba que nesta época do ano com feriadão fica lotada, assim que ganhamos a estrada a brincadeira começou pra valer. O Soichi, japonês maluco em sua XT 600 transformada em Motard saiu puxando o bonde e a galera foi indo atraz, formamos duas turmas: A primeira dos que gostam de emoção e aceleram mais forte nas curvas (eu entre eles) e a segunda que vai mais tranquilinha curtindo o visual (o Diego faz parte).
A "viagem" de ida foi tranquila, a estrada tem um bom piso e as curvas são longas com o visual da serra do mar e a vegetação típica daquela região, tava um clima agradável, nublado e friozinho, uma pequena garôa caiu mas passou rápido e chegamos a Trindade em 1 hora mais ou menos. A pequena cidade de Trindade estava lotada, carros se empinhavam na pequena e estreita rua que entra e sai da "vila" e como tava muito apinhado de gente resolvemos voltar e encontrar um lugar mais tranquilo, na saída da vila encontramos uma pedra que divide duas das praias locais e subimos com as motos estacionando as máquinas em frente ao mar, tremendo visual lindo, a serra e a vegetação ao fundo e o mar a frente e nós em cima da rocha da praia, as pessoas passavam e ficavam nos olhando co cara desconfiada, em pouco tempo se acostumaram e começaram a aparcer os curiosos que queiram saber de tudo a respito de nossas andanças por aí.
Fotos da Praia de Trindade e das motos na rocha
Ficamos algum tempo por lá curtindo o visual e tirando fotos, teve uma turma que resolveu almoçar por lá mesmo, mas eu e Diego decidimos sair fora e voltar pra estrada retornando pra Ubatuba, ficou marcado que às 16:00 na pria Vermelha do Norte seria tirada a foto oficial do ENH (uma delas), nos vestimos, ligamos as motos e partimos de volta pra estrada fazendo o caminho em direção à praia Vermelha do Norte, pegamos uma garôa na estrada de novo, passou rápido mas era sinal que vinha coisa pior mais tarde. Chegamos na praia Vermelha do Norte e já tinham alguns Highlanders por lá, nos juntamos a eles e fizemos um lanche (ainda não tínhamos almoçado), um super sanduba X-qualquer coisa enorme. A galera foi chegando aos poucos e quando vimos já tínhamos invadido a praia Vermelha do Norte. Foi meio confuso escolher um local para a foto, então vi uma árvore com a copa enorme na areia da praia e dei a sugestão, resultado, todas as motos foram para areia e perfilamos as máquinas para a foto, ficou legal. Conmo já havia previsto mais cedo em função das garôas que pegamos na estaradd e ida e volta de Trindade, começou a "armar" um temporal e foi "batata" assim que estávamos prontos para as fotos começou a chover, foi uma confusão danada segurar a galera na chuva que começava para bater as fotos oficiais, ma no fim deu tudo certo. Tiramos as fotos e cada um se virou para ir embora de volta para suas respectivas pousadas na cidade Ubatuba, de noite tinha encontro no QG noturno do restaurante Come-se Bem.
Fotos da Praia vermelha e foto oficial diurna.
Fotos do passeio:
- Passeio para Trindade – Domingo 13/11
https://picasaweb.google.com/breno.leite14/PasseioParaTrindadeEPraiVermelhaDomingo13112011#quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Belém <> Ubatuba ! Nov 2011 ! 5º dia, chegada à Ubatuba !!
Pois é turma,
foi aquele stress terrível o último dia de estrada antes da chegada à Ubatuba, descer as rodovias de São Paulo que são duplicadas e com várias pistas e tráfego intenso é uma coisa terrível para quem tá viajando de moto com intensão de curtir o visual e relaxar, mas chegamos inteiros.
No dia seguinte, sexta-feira dia 07/11, acordamos um pouco mais tarde que o de costume, pois poderíamos descansar um pouco, antes de encontrar nossos camaradas de Sampa City que iriam nos recepcionar e descer conosco até Ubatuba. Acordamos por volta das 7:00 AM, arrumamos as coisas com calma e fomos tomar café da manhã reforçado para compensar a noite anterior que não tivemos condições de jantar. Tudo pronto, alimentados, partimos em direção ao "Frango Assado" da Rod. Dutra na altura de jacareí, onde nossos brother's IPOROB e Juça Bala já nos esperavam, duas figuráças dos Highlander's que fizeram questão de acordar cedo e rumar para o ponto de encontro a fim de descer rodando com a gente até o litoral.
IPOROB (Vulgo Frango)
foi aquele stress terrível o último dia de estrada antes da chegada à Ubatuba, descer as rodovias de São Paulo que são duplicadas e com várias pistas e tráfego intenso é uma coisa terrível para quem tá viajando de moto com intensão de curtir o visual e relaxar, mas chegamos inteiros.
No dia seguinte, sexta-feira dia 07/11, acordamos um pouco mais tarde que o de costume, pois poderíamos descansar um pouco, antes de encontrar nossos camaradas de Sampa City que iriam nos recepcionar e descer conosco até Ubatuba. Acordamos por volta das 7:00 AM, arrumamos as coisas com calma e fomos tomar café da manhã reforçado para compensar a noite anterior que não tivemos condições de jantar. Tudo pronto, alimentados, partimos em direção ao "Frango Assado" da Rod. Dutra na altura de jacareí, onde nossos brother's IPOROB e Juça Bala já nos esperavam, duas figuráças dos Highlander's que fizeram questão de acordar cedo e rumar para o ponto de encontro a fim de descer rodando com a gente até o litoral.
IPOROB (Vulgo Frango)
JUÇA BALA
Ficamos lá de bate papo, afinal ninguém tinha mais pressa pra chegar, daqui pra frente era só passear e curtir o visual. Conhecemos uma turma de motocilcidsta que estavam descendo para "rodar' os "Águis de Cristo MC" com suas motonas enormes comparadas às nossas Lander 250cc, galera gente boa.
Todos alimentados, hidratados, o papo já tava bom demais, mas ainda tinha muito chão até a chegada em Ubatuba, os quatro Highlander's que chegariam primeiro à Ubatuba, Breno250, Dibars, IPOROB e Juça Bala. Deliberamos qual o melhor caminho a seguir e resolvemos descer a Estrada dos Tamoios pra que o Dibars pudesse conhecer desde a cidade de Caraguatatuba, montamos nas motocas e fomos em frente.
Começamos a rodar pela Rod. Dutra, passamos pelo pedágio e seguimos até o acesso á Estrada dos Tamoios que fica na cidade de São José dos Campos/SP. Pegamos o acesso e seguimos em frente até começar o trecho de serra, uma descida muito legal até o litoral, passando por lugarejos tranquilos. A descida foi segura e tranquila, fomos parados em uma barreira policial para conferência de documentação, coisa de rotina, tudo tranquilo sefguimos em frente até Caraguatatuba onde pegamos à esquerda sentido Ubatuba e fomos seguindo toda a linha do litoral norte paulista até nossa chegada no destino final desta primeira parte da aventura que é o Encontro Nacional dos Highlanders 2011 Ubatuba/SP, onde ficamos do dia 11/11 até o dia 15/11 confraternizando com nossos "irmãos" Highlanders e aproveitando também pra descansar um pouco porque depois de terminado o encontro começaríamos nossa volta pra casa fazendo um passeio maior por um caminho diferente do que tomamos na vinda, e com uma passagem estratégica pela Cahapada Diamantina.
O ENH/2011, Encontro nacional Highlanders foi super legal, divertido e foi a grande oportunidade de conhecermos amigos com os quais só tínhamos contato pela internet através de nosso fórum (www.xtzlander.com.br), transformar a amizade virtual em amizade pessoal, cara a cara, foi incríve, serviu para comprovar aquilo que eu já sabia: Nossa Irmandade é formada por pessoas do bem e amigos sinceros, mesmo que as vezes haja alguma discussão, mas isso faz parte da amizade incondicional que temos uns pelos outros. Foram 4 dias de brincadeiras, troca de conhecimento sobre nossas paixões, as motocicletas, muita zuação e camaradagem, pena que a chuva não deu muita trégua nestes 4 dias em Ubatuba (agora eu sei porque as pessoas brincam chamando a cidade de "Obachuva")
Uma das vária fotos "oficiais" dos Highlanders Brasil (era dificil juntar todos ao mesmo tempo, então foram tiradas várias fotos oficiais em dois dias)
Todas as fotos da primeira fase da viagem estão nos links abaixo:
- Ida - Belém <> Ubatuba - Estrada
- Almoço em Goiânia e oficina
- Ida para Caldas Novas
- Hotel <> Jacareí <> Fraango Assado - descida da estrada dos Tamoios e chegada em Ubatuba
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Belém <> Ubatuba ! Nov 2011 !! Album de fotos !
Todas as fotos tiradas em Ubatuba:
- ENH em Ubatuba, de 12/11 a 15/11
https://picasaweb.google.com/breno.leite14/UbatubaENH2011Novembro
- ENH em Ubatuba, de 12/11 a 15/11
https://picasaweb.google.com/breno.leite14/UbatubaENH2011Novembro
Belém <> Ubatuba ! Nov 2011 ! 4º dia de viagem !!
Quinta-feira, dia 10/11/2011.
Acordamos cedo, por volta das 7:00, em Caldas Novas. A noite foi tranquila e o sono restaurador, dormimos na casa do camarada Batman, amigo dos HL's GO que conhecemos em Goiânia. descemos tomamos um café na padaria e montamos nas motocas.
Nos despedimos na saída de Caldas Novas, o Batman retornou para Goiânia e nós seguimos para Uberlândia. A descida da serra foi a melhor parte da viagem até agora, o visual é lindo, de manhâzinha aquele friozinho gostoso e o vento batendo de leve, a natureza em toda sua exuberância nos contemplou com dois tucanos sobrevoando nossas motos por uns bons 5 minutos, nós lá embaixo pilotando e desfrutando aquela maravilha e eles lá em cima nos guiando e curtindo nosso passeio. O Diego entrou em estado de transe, a primeira frase que disse quando paramos para abastecer depois de ter descido a serra foi: "Caraka Breno, esse visual foi show, não tem nada que pague isso", concordei com ele na hora. Seguimos nosso roteiro em direção à São Paulo, no final da descida da serra paramos num posto para reabastecer, tomar um café, ligar para nossas esposas para dar notícias e seguir em frente. Fomos seguindo tranquilamente até Uberlândia onde errei a entrada da rodovia e tivemos que parar para pedir informações, tudo resolvido fizemos o retorno e entramos na rodovia, começou aí nosso stress, de Uberlândia até Atibaia/SP, só pegamos pistas duplicadas com trânsito intenso, tensão, stress, cuidado redobrado e aí a viagem deixou de ser agradável, foi só acelerar para chegar o mais rápido possível e nos livrar daquelas pistas. Fomos seguindo em frente e as cidades passando uma a uma, muita plantação de cana e chão pela frente. Após um bom percurso, por volta das 16:00 resolvemos entrar nuum posto para reabastecer e tomar água, pedi um queijo quente e um refri e surtamos com aquele trânsito, o Diego se deitou no chão0 do posto e ali ficou, passamos 1 hora até tornar a ter coragem para seguir em frente naquelas malditas pistas duplas da Anhanguera, por volta das 17:00 montamos nas motos e demos partida em direção à Campinas onde pegamos um trânsito engarrafado para acessar a Rod. D. Pedro, de onde seguimos para Atibaia. Cegamos em Atibaia por volta das 19:30 onde constatamos que ficar ali não dava, os valores eram muito caros para hospedagem, resolvemos seguir mais em frente, nada de hotel .... mais um pouco, nada de hotel .... mais um pouco, e nada de hotel ... paramos em um posto para reabastecer e pedi informações, trite constatação, o estado de São Paulo, apara estardeiros aventureiros, não é um bom local para encontrar hotel de beira de estrada quando se roda em rodovias muito movimentadas, deliberamos as opções e resolvemos seguir logo direto para Jacareí/SP, já na Rod. Dutra, ligamos as motos e seguimos em frente, com 10 minutos de pilotagem e para nosso surpresa, arriou a maior chuva, de noite, pista dupla, com frio, com fome, cansados, foi a pior parte de toda a viagem, nem os problemas mecânicos que aconteceram em Goiás nos deixaram tão irritados e chateados. Chegamos em Jacareí às 22:00 e fomos atraz do primeiro hotel que tivesse em nosso caminho, achamos um a R$ 100,00 a diária do quarto duplo, uma fortuna pro nosso orçamento, mas cansados do jeito que a gente tava, foi ali mesmo, tomamos banho e fomos direto dormir. No dia seguinte não precisaríamos acordar cedo , marcamos de n os encontrar com dois HL de São Paulo o IPOROB e o Juça Bala, combinamos no "Frango Assado" da Rod. Dutra em Jacareí.
Mais um dia que passou e falta pouco para chegar em Ubatuba !!
Acordamos cedo, por volta das 7:00, em Caldas Novas. A noite foi tranquila e o sono restaurador, dormimos na casa do camarada Batman, amigo dos HL's GO que conhecemos em Goiânia. descemos tomamos um café na padaria e montamos nas motocas.
NOSSO CAMARADA BATAMAN
Nos despedimos na saída de Caldas Novas, o Batman retornou para Goiânia e nós seguimos para Uberlândia. A descida da serra foi a melhor parte da viagem até agora, o visual é lindo, de manhâzinha aquele friozinho gostoso e o vento batendo de leve, a natureza em toda sua exuberância nos contemplou com dois tucanos sobrevoando nossas motos por uns bons 5 minutos, nós lá embaixo pilotando e desfrutando aquela maravilha e eles lá em cima nos guiando e curtindo nosso passeio. O Diego entrou em estado de transe, a primeira frase que disse quando paramos para abastecer depois de ter descido a serra foi: "Caraka Breno, esse visual foi show, não tem nada que pague isso", concordei com ele na hora. Seguimos nosso roteiro em direção à São Paulo, no final da descida da serra paramos num posto para reabastecer, tomar um café, ligar para nossas esposas para dar notícias e seguir em frente. Fomos seguindo tranquilamente até Uberlândia onde errei a entrada da rodovia e tivemos que parar para pedir informações, tudo resolvido fizemos o retorno e entramos na rodovia, começou aí nosso stress, de Uberlândia até Atibaia/SP, só pegamos pistas duplicadas com trânsito intenso, tensão, stress, cuidado redobrado e aí a viagem deixou de ser agradável, foi só acelerar para chegar o mais rápido possível e nos livrar daquelas pistas. Fomos seguindo em frente e as cidades passando uma a uma, muita plantação de cana e chão pela frente. Após um bom percurso, por volta das 16:00 resolvemos entrar nuum posto para reabastecer e tomar água, pedi um queijo quente e um refri e surtamos com aquele trânsito, o Diego se deitou no chão0 do posto e ali ficou, passamos 1 hora até tornar a ter coragem para seguir em frente naquelas malditas pistas duplas da Anhanguera, por volta das 17:00 montamos nas motos e demos partida em direção à Campinas onde pegamos um trânsito engarrafado para acessar a Rod. D. Pedro, de onde seguimos para Atibaia. Cegamos em Atibaia por volta das 19:30 onde constatamos que ficar ali não dava, os valores eram muito caros para hospedagem, resolvemos seguir mais em frente, nada de hotel .... mais um pouco, nada de hotel .... mais um pouco, e nada de hotel ... paramos em um posto para reabastecer e pedi informações, trite constatação, o estado de São Paulo, apara estardeiros aventureiros, não é um bom local para encontrar hotel de beira de estrada quando se roda em rodovias muito movimentadas, deliberamos as opções e resolvemos seguir logo direto para Jacareí/SP, já na Rod. Dutra, ligamos as motos e seguimos em frente, com 10 minutos de pilotagem e para nosso surpresa, arriou a maior chuva, de noite, pista dupla, com frio, com fome, cansados, foi a pior parte de toda a viagem, nem os problemas mecânicos que aconteceram em Goiás nos deixaram tão irritados e chateados. Chegamos em Jacareí às 22:00 e fomos atraz do primeiro hotel que tivesse em nosso caminho, achamos um a R$ 100,00 a diária do quarto duplo, uma fortuna pro nosso orçamento, mas cansados do jeito que a gente tava, foi ali mesmo, tomamos banho e fomos direto dormir. No dia seguinte não precisaríamos acordar cedo , marcamos de n os encontrar com dois HL de São Paulo o IPOROB e o Juça Bala, combinamos no "Frango Assado" da Rod. Dutra em Jacareí.
Mais um dia que passou e falta pouco para chegar em Ubatuba !!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Belém <> Ubatuba ! Nov - 2011 !!!
Galera !!
Em breve estarei postando o link de acesso para visualizar as fotos da viagem !!!
Em breve estarei postando o link de acesso para visualizar as fotos da viagem !!!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Belém <> Ubatuba ! NOV 2011 - 3° dia !!
Quarta-feira, dia 09/11/2011 !!
Tivemos uma bela noite de sono e descanso, fomos dormir cedinho e coloquei o despertador pra nos acordar às 5:00, esqueci que a partir do estado de Goiás já era horário de verão, acordamos atrazados, arumamos tudo rápido e fomos tormar um café reforçado, na hora de sair percebi que o vazamento de óleo da minha moto tava maior, fiz a verificação do nível, tentei arrumar do jeito que deu e completei o óleo, mais um atrazo, saímos de Porangatu com quase 2 horas de atrazo. Fomos pra estrada e aceleramos para não perder tempo, as cidades ficando pra traz e nós indo em frente, a viagem foi tranquila, tempo bom com alguns pequenos chuviscos mas tranquilo. Já quase próximo à Anápolis a moto do Diego deu pane, estourou o retentor da bengala esquerda, problema, paramos num posto e ligamos pro nosso camarada MOTO77 que nos aguardava juntamente com a turma de Goiânia para um almoço, dei todo o diagnóstico pra ele e ele foi "correr" atraz de nos ajudar a resolver o problema, enquanto isso seguíamos devagar em direção à Goiânia, ao chegar em goiânia tivemos o comitê de boas vindas nos aguardando na PRF, fomos recebidos pela turma HL de GO, todos gente finíssima, pessoas maravilhosas e amigos que ficarão no coração, fomos convidados a almoçar com eles e aproveitamos pra contar nossas histórias, trocar idéias, etc ... depois do almoço fomos em busca das peças para consertar a moto do Diego e a minha, tivemos dificuldade em achar peças paralelas, e quando achamos ou não estavam do jeito que queríamos ou o preço não compensava, mais uma vez nosso "irmão " Highlander, MOTO77, providenciou tudo e seguimos parea a Concessionária Yamaha, onde fizemos o seviço com peças originais, as motos ficaram ótimas. Nas estada em Goiânia conhecemos o Aurélio, mais conhecido como "Batman", sujeito amigável e gente boa que nos convidou para irmos dormir em Caldas Novas na casa dele, como ele é amigo da turma de Goiânia, é gente de bem, fomos e foi perfeito, a cidade de Caldas novas é lindinha e a subida de Goiânia até lá pela serra no fim de tarde com por do sol de um lado e lua nascendo do outro foi uma das paisagens mais lindas que já vi. Na casa do Batman tomamos um banho e descemos pro centro da cidade para comer uma pizza. Fomos dormir uma hora da manhã, depois de dar um passeio para conhecer a cidade !!!
Tudo em paz e a mente tranquila !!!
Tivemos uma bela noite de sono e descanso, fomos dormir cedinho e coloquei o despertador pra nos acordar às 5:00, esqueci que a partir do estado de Goiás já era horário de verão, acordamos atrazados, arumamos tudo rápido e fomos tormar um café reforçado, na hora de sair percebi que o vazamento de óleo da minha moto tava maior, fiz a verificação do nível, tentei arrumar do jeito que deu e completei o óleo, mais um atrazo, saímos de Porangatu com quase 2 horas de atrazo. Fomos pra estrada e aceleramos para não perder tempo, as cidades ficando pra traz e nós indo em frente, a viagem foi tranquila, tempo bom com alguns pequenos chuviscos mas tranquilo. Já quase próximo à Anápolis a moto do Diego deu pane, estourou o retentor da bengala esquerda, problema, paramos num posto e ligamos pro nosso camarada MOTO77 que nos aguardava juntamente com a turma de Goiânia para um almoço, dei todo o diagnóstico pra ele e ele foi "correr" atraz de nos ajudar a resolver o problema, enquanto isso seguíamos devagar em direção à Goiânia, ao chegar em goiânia tivemos o comitê de boas vindas nos aguardando na PRF, fomos recebidos pela turma HL de GO, todos gente finíssima, pessoas maravilhosas e amigos que ficarão no coração, fomos convidados a almoçar com eles e aproveitamos pra contar nossas histórias, trocar idéias, etc ... depois do almoço fomos em busca das peças para consertar a moto do Diego e a minha, tivemos dificuldade em achar peças paralelas, e quando achamos ou não estavam do jeito que queríamos ou o preço não compensava, mais uma vez nosso "irmão " Highlander, MOTO77, providenciou tudo e seguimos parea a Concessionária Yamaha, onde fizemos o seviço com peças originais, as motos ficaram ótimas. Nas estada em Goiânia conhecemos o Aurélio, mais conhecido como "Batman", sujeito amigável e gente boa que nos convidou para irmos dormir em Caldas Novas na casa dele, como ele é amigo da turma de Goiânia, é gente de bem, fomos e foi perfeito, a cidade de Caldas novas é lindinha e a subida de Goiânia até lá pela serra no fim de tarde com por do sol de um lado e lua nascendo do outro foi uma das paisagens mais lindas que já vi. Na casa do Batman tomamos um banho e descemos pro centro da cidade para comer uma pizza. Fomos dormir uma hora da manhã, depois de dar um passeio para conhecer a cidade !!!
Tudo em paz e a mente tranquila !!!
Belém <> Ubatuba ! Nov-2011 / 2° dia !!
Terça-feira, dia 08/11/2011 !
Dormimos ontem em araguaína e hoje saímos cedo para continuar nossa big Trip. O hotel em Araguaína foi bem simples e mais simples ainda foi o café da manhã do hotel, rsrsrs, um copo de café preto e um pão francês com manteiga (também ... por R$ 25,00 não dá pra exigir mais que isso). Pegamos estrada cedinho e seguimos em direção à nosso próximo destino que é a cidade de Porangatu/GO, o início da viagem foi tranquilo sem nenhum problema e as cidadezinhas da beira da estrada foram ficando pra traz uma a uma, por volta das 9:00 começou uma chuvinha fina que de uma hora pra outra foi aumentando, aumentando, até que ficou muito arriscado continuar a viagem embaixo de chuva, ficar atraz de uma carreta gigantesca na chuva, levando spray de água na cara e sofrendo com a turbulência do vento, não é legal pra nehum motociclista e nem tão pouco seguro. Paramos num posto de gasolina na localidade de Fortaleza do Tabocão, estado do TO, ficamos presos lá por 2 horas e meia até a chuva ficar fraca o suficiente para podermos seguir viagem, no posto ficamos de papo com alguns curiosos que apareciam pra perguntar de onde vínhamos e para onde íamos e quando a gente dizia ficavam nos chamando de doidos (doidos são aqueles que não realizam seus sonhos, e nós estávamos realizando mais um dos nossos). Melhorou o tempo e seguimos em frente, as cidades ficando pra traz e nós aumentando um pouco a velocidade e parando para abastecer gastando o menor tempo possível a fim de recuperar um poucoi do atrazo no tempo perdido com a chuva, conseguimos chegar em Porangatu/GO às 19:30, cansados, com frio e molhados, minha moto vazando óleo e doidos por um banho e alguma coisa quente pra forrar o estômago. Achamos o hotel que foi indicado pelo nosso amigo de GO, MOTO77 e fomos ter o merecido descanso.
Tudo empaz até aqui !!!
Dormimos ontem em araguaína e hoje saímos cedo para continuar nossa big Trip. O hotel em Araguaína foi bem simples e mais simples ainda foi o café da manhã do hotel, rsrsrs, um copo de café preto e um pão francês com manteiga (também ... por R$ 25,00 não dá pra exigir mais que isso). Pegamos estrada cedinho e seguimos em direção à nosso próximo destino que é a cidade de Porangatu/GO, o início da viagem foi tranquilo sem nenhum problema e as cidadezinhas da beira da estrada foram ficando pra traz uma a uma, por volta das 9:00 começou uma chuvinha fina que de uma hora pra outra foi aumentando, aumentando, até que ficou muito arriscado continuar a viagem embaixo de chuva, ficar atraz de uma carreta gigantesca na chuva, levando spray de água na cara e sofrendo com a turbulência do vento, não é legal pra nehum motociclista e nem tão pouco seguro. Paramos num posto de gasolina na localidade de Fortaleza do Tabocão, estado do TO, ficamos presos lá por 2 horas e meia até a chuva ficar fraca o suficiente para podermos seguir viagem, no posto ficamos de papo com alguns curiosos que apareciam pra perguntar de onde vínhamos e para onde íamos e quando a gente dizia ficavam nos chamando de doidos (doidos são aqueles que não realizam seus sonhos, e nós estávamos realizando mais um dos nossos). Melhorou o tempo e seguimos em frente, as cidades ficando pra traz e nós aumentando um pouco a velocidade e parando para abastecer gastando o menor tempo possível a fim de recuperar um poucoi do atrazo no tempo perdido com a chuva, conseguimos chegar em Porangatu/GO às 19:30, cansados, com frio e molhados, minha moto vazando óleo e doidos por um banho e alguma coisa quente pra forrar o estômago. Achamos o hotel que foi indicado pelo nosso amigo de GO, MOTO77 e fomos ter o merecido descanso.
Tudo empaz até aqui !!!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Belém <> Ubatuba - Nov 2011 - 1° dia
Segunda-feira 07/11/2011.
Acordei super cedo, por volta de 4:00 da matina já tava de pé me arrumando pra seguir ao ponto de encontro. Posto Pará Vip, BR 316 - Ananindeua, saída de Belém, cheguei lá e o Diego já estava me esperando, não demorou nem 10 minutos e chegou o Rafão (ele vai acompanhar a gente até Santa Maria do Pará, cerca de 140 km pra se despedir e desejar uma boa viagem), logo em seguida chegou o Ivan (ele vai se juntar ao Claudemir que nos aguarda em Castanhal, cidade a 75 Km de Belém). Todos a postos vamos nessa, início de manhã agradável, clima quente e céu limpo, são 5:20 e saímos, motores ligados e vamo que vamo.
Esse primeiros km já são nossos conhecidos, sempre estamos andando por eles, seguimos tranquilos e ao chegar em Castanhal o Claudemir se juntou ao comboio, seguimos então direto para Santa Maria. Em Santa Maria, fizemos as devidas despedidas e "boas viagens", tomamos um rápido copo de café na beira da estrada com um pastel ensopado de óleo, o Rafão seguiu de volta à Belém (ele tem que chegar a tempo do trabalho), Ivan e Claudemir seguiram a BR 316 em direção à Teresina e eu e Diego pegamos a BR 010 (Belém<>Brasília) com o objetivo de dormir em Araguaína.
A viagem foi tranquila, velocidade de cruzeiro mantida entre 100 e 110 Km (as vezes o Diego afrouxava a mão, aí eu colava na rabeta dele e acelerava forte, como quem diz "vambora nêgo"), passamos as cidades do Pará e entramos no estado do Maranhã pela cidade de Itinga, seguindo viagem em direção à Imperatriz onde programamos almoçar. Tudo calmo, estrada tranquila, pouco trânsito e fomos indo sem percalços. Em Imperatriz paramos em um posto de gasolina pra abastecer as motos, já eram 12:30 e aproveitamos pra comer alguma coisa, um lanchinho leve e muita água pra hidratar (tá fazendo um sol de lascar e embaixo do equipamento de viagem tá uma sauna (essa viagem vai ser boa pra emagrecer, rsrsrsrs) eu pedi um lanche e quando pensei que o Diego ía pedir um pra ele o safado tira de dentro do baú uma marmitinha que trouxe de casa (coisa de farofeiro retirante, kkkkk) . Bucho cheio, totalmente hidratados, montamos nas máquinas e voltamos pra estrada e fomos passando cidade após cidade, andamos boa parte do Maranhão e atravessamos pro estado do Tocantins pela cidade de Estreito. Essa viagem tem sido super tranquila até agora, com excessão do calor infernal, o resto todo está uma beleza. Chegamos em Aragaìna/TO por volta de 17:20 (horário em que entramos na cidade), daria pra seguir mais um pouco em frente, mas resolvi dar uma passada na CC Yamaha pra ver se tinha uma pecinha que eu queria e como o dono é meu amigo, de repente ganhava um 0800. Achei a pecinha mas o mecânico disse que era melhoir não mexer em nada, que tava ok e bastava seguir em frente, ficamos pra dormir em Araguaína, procuramos um hotelzinho bem baratinho e achamois um por R$50,00 o quarto duplo um pouco maior que uma caixa de fósforo, mas estávamos tão cansados que até dentro de uma gaveta a genmte dormia, só queríamos um banho, algo quente pra forrar o bucho e cair na cama e dormir até o dia seguinte, quando recomessa a "Trip".
Amanhã acordaremos e seguiremos em frente, destino: Dormir em Porangatu/GO.
PS.
Fotos serão postadas mais a frente. Usar internet de Lan House de estrada é ruim pacas !!!
Acordei super cedo, por volta de 4:00 da matina já tava de pé me arrumando pra seguir ao ponto de encontro. Posto Pará Vip, BR 316 - Ananindeua, saída de Belém, cheguei lá e o Diego já estava me esperando, não demorou nem 10 minutos e chegou o Rafão (ele vai acompanhar a gente até Santa Maria do Pará, cerca de 140 km pra se despedir e desejar uma boa viagem), logo em seguida chegou o Ivan (ele vai se juntar ao Claudemir que nos aguarda em Castanhal, cidade a 75 Km de Belém). Todos a postos vamos nessa, início de manhã agradável, clima quente e céu limpo, são 5:20 e saímos, motores ligados e vamo que vamo.
Esse primeiros km já são nossos conhecidos, sempre estamos andando por eles, seguimos tranquilos e ao chegar em Castanhal o Claudemir se juntou ao comboio, seguimos então direto para Santa Maria. Em Santa Maria, fizemos as devidas despedidas e "boas viagens", tomamos um rápido copo de café na beira da estrada com um pastel ensopado de óleo, o Rafão seguiu de volta à Belém (ele tem que chegar a tempo do trabalho), Ivan e Claudemir seguiram a BR 316 em direção à Teresina e eu e Diego pegamos a BR 010 (Belém<>Brasília) com o objetivo de dormir em Araguaína.
A viagem foi tranquila, velocidade de cruzeiro mantida entre 100 e 110 Km (as vezes o Diego afrouxava a mão, aí eu colava na rabeta dele e acelerava forte, como quem diz "vambora nêgo"), passamos as cidades do Pará e entramos no estado do Maranhã pela cidade de Itinga, seguindo viagem em direção à Imperatriz onde programamos almoçar. Tudo calmo, estrada tranquila, pouco trânsito e fomos indo sem percalços. Em Imperatriz paramos em um posto de gasolina pra abastecer as motos, já eram 12:30 e aproveitamos pra comer alguma coisa, um lanchinho leve e muita água pra hidratar (tá fazendo um sol de lascar e embaixo do equipamento de viagem tá uma sauna (essa viagem vai ser boa pra emagrecer, rsrsrsrs) eu pedi um lanche e quando pensei que o Diego ía pedir um pra ele o safado tira de dentro do baú uma marmitinha que trouxe de casa (coisa de farofeiro retirante, kkkkk) . Bucho cheio, totalmente hidratados, montamos nas máquinas e voltamos pra estrada e fomos passando cidade após cidade, andamos boa parte do Maranhão e atravessamos pro estado do Tocantins pela cidade de Estreito. Essa viagem tem sido super tranquila até agora, com excessão do calor infernal, o resto todo está uma beleza. Chegamos em Aragaìna/TO por volta de 17:20 (horário em que entramos na cidade), daria pra seguir mais um pouco em frente, mas resolvi dar uma passada na CC Yamaha pra ver se tinha uma pecinha que eu queria e como o dono é meu amigo, de repente ganhava um 0800. Achei a pecinha mas o mecânico disse que era melhoir não mexer em nada, que tava ok e bastava seguir em frente, ficamos pra dormir em Araguaína, procuramos um hotelzinho bem baratinho e achamois um por R$50,00 o quarto duplo um pouco maior que uma caixa de fósforo, mas estávamos tão cansados que até dentro de uma gaveta a genmte dormia, só queríamos um banho, algo quente pra forrar o bucho e cair na cama e dormir até o dia seguinte, quando recomessa a "Trip".
Amanhã acordaremos e seguiremos em frente, destino: Dormir em Porangatu/GO.
PS.
Fotos serão postadas mais a frente. Usar internet de Lan House de estrada é ruim pacas !!!
domingo, 6 de novembro de 2011
Expedição Ubatuba / Nov - 2011 !! Roteiro !!
Galera,
segue abaixo o roteiro da viagem !!
segue abaixo o roteiro da viagem !!
| 0 Km - Belém - DIA 07/11/2011 11 Km - Ananindeua – PA | PONTO DE PARTIDA – SAÍDA ÀS 6h:00min SAÍDA DO POSTO PARÁ VIP / TANQUE CHEIO / PNEUS CALIBRADOS / ETC... | ||
| 19 Km | Marituba - PA | 07/11/2011 - 1 º DIA DE VIAGEM | |
| 39 Km | Santa Isabel do Pará - PA | ||
| 127 Km | São Miguel do Guamá - PA CC | ||
| 147 Km | Irituia – PA | ||
| 172 Km | Mãe do Rio - PA | 1 º DIA / 1 º ABASTECIMENTO | |
| 290 Km | Paragominas - PA | ||
| 365 Km | Ulianópolis - PA | 1 º DIA / 2 º ABASTECIMENTO | |
| 467 Km | Itinga do Maranhão - MA | ||
| 497 Km | Açailândia - MA | ||
| 551 Km | Imperatriz - MA CC | 1 º DIA / 3 º ABASTECIMENTO | |
| 609 Km | Governador Edison Lobão - MA | ||
| 677 Km | Porto Franco - MA | ||
| 709 Km | Estreito - MA | ||
| 720 Km | Aguiarnópolis - TO | ||
| 725 Km | Palmeiras do Tocantins - TO | ||
| 754 Km | Darcinópolis - TO | 1 º DIA / 4 º ABASTECIMENTO | |
| 831 Km | Araguaína - TO CC | 1ª DORMIDA - 07/11/2011 | |
| 922 Km | Colinas do Tocantins – TO | 08/11/2011 - 2 º DIA DE VIAGEM | |
| 986 Km | Presidente kennedy - TO | ||
| 1005 Km | Guaraí - TO | 2 º DIA / 1 º ABASTECIMENTO | |
| 1099 Km | Miranorte - TO | ||
| 1120 Km | Miracema do Tocantins - TO | ||
| 1177 Km | Paraíso do Tocantins - TO CC | 2 º DIA / 2 º ABASTECIMENTO | |
| 1210 Km | Pugmil - TO | ||
| 1340 Km | Dueré - TO | ||
| 1353 Km | Gurupi – TO CC | 2 º DIA / 3 º ABASTECIMENTO | |
| 1376 Km | Cariri do Tocantins - TO | ||
| 1476 Km | Talismã - TO | ||
| 1500 Km | Porangatu – GO CC | 2ª DORMIDA –ENCHER O TANQUE | |
| 1585 Km | Santa Tereza de Goiás - GO | 09/11/2011 - 3º DIA DE VIAGEM | |
| 1613 Km | Estrela do Norte - GO | ||
| 1683 Km | Uruaçu – GO CC | 3º DIA / 1 º ABASTECIMENTO | |
| 1786 Km | Rialma – GO | ||
| 1873 Km | São Francisco de Goiás – GO | 3 º DIA / 2 º ABASTECIMENTO | |
| 1915 Km | Anápolis – GO CC | ||
| 1983 Km | Goiânia – GO CC | ||
| 2005 Km | Aparecida de Goiânia – GO | ||
| 2045 Km | Piracanjuba – GO | 3 º DIA / 3 º ABASTECIMENTO | |
| 2057 Km | Professor Jamil – GO | ||
| 2096 Km | Morrinhos – GO | ||
| 2148 Km | Goiatuba – GO | ||
| 2172 Km | Panamá – GO | ||
| 2180 Km | Itumbiara – GO CC | 3 º DORMIDA / 1 º TROCA DE ÓLEO - ENCHER O TANQUE | |
| 2398 Km | Conceição das Alagoas - MG | 10/11/2011 - 4 º DIA DE VIAGEM - 1 º ABASTECIMENTO | |
| 2421 Km | Uberaba – MG CC | | |
| 2486 Km | Igarapava - SP | ||
| 2530 Km | Pedágio - Ituverava | ||
| 2584 Km | Pedágio - Sales de Oliveira | 4 º DIA / 2 º ABASTECIMENTO | |
| 2611 Km | Ribeirão Preto – SP CC | ||
| 2636 Km | Cravinhos - SP | ||
| 2651 Km | Pedágio - São Simão | ||
| 2691 Km | Pedágio – Sta. Rita Passa Quatro | ||
| 2703 Km | Porto Ferreira - SP | ||
| 2718 Km | Pedágio - Pirassununga | ||
| 2734 Km | Santa Cruz da Conceição - SP | 4 º DIA / 3 º ABASTECIMENTO | |
| 2754 Km | Pedágio - Leme | ||
| 2755 Km | Araras - SP | ||
| 2783 Km | Limeira - SP | ||
| 2783 Km | Pedágio - Limeira A Sul | ||
| 2806 Km | Americana - SP | ||
| 2817 Km | Pedágio - Nova Odessa Sul | ||
| 2831 Km | Campinas CC | ||
| 2837 Km | Rod. D. Pedro I | ||
| 2852 Km | Itatiba – SP | ||
| 2853 Km | Pedágio - Itatiba | ||
| 2877 Km | Atibaia – SP | 4 º DORMIDA – ENCHER O TANQUE | |
| 2885 Km | Pedágio - Atibaia | 11/11/2011 - 5 º DIA DE VIAGEM | |
| 2907 Km | Nazaré Paulista - SP | | |
| 2909 Km | Pedágio - Nazaré Paulista | ||
| 2928 Km | Igaratá – SP | ||
| 2940 Km | Pedágio - Igaratá | ||
| 2946 Km | Jacareí – SP | ||
| 2983 Km | São José dos Campos - SP | ||
| 2985 Km | Pedágio - São José dos Campos | ||
| 3047 Km | Caraguatatuba - SP | 5 º DIA / 1 º ABASTECIMENTO | |
| 3111 Km | Ubatuba | DESTINO FINAL! CHEGADA EM 11/11/2011 | |
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